segunda-feira, dezembro 28, 2015

Ciao!!!



Mais um ano que termina. E chega a hora de fazer listas. Algo muito desesperador para quem, como eu, que nasceu sem espírito de síntese. Para que vocês entendam: ao longo dos meses, vou separando os links de textos que podem entrar nesta lista. A meta era facilitar. Agora estou com tantas opções que fica difícil fazer o ranking.

Mas chega de enrolação, vamos ao que interessa, né? Abrindo os trabalhos, hoje os melhores livros de livraria de 2015. Os critérios são totalmente pessoais: tramas que, de alguma forma, me emocionaram. A ordem é totalmente subjetiva. E só chegou neste formato depois de várias mudanças porque deu uma vontade enorme de empatar vários... Mas assim não precisaria de ranking, né? #nasofrência!

Começando pelas menções honrosas: No mundo da Luna – Carina Rissi; Um amor escandaloso – Patricia Cabot; Azul da cor do mar – Marina Carvalho; Funny Girl – Nick Hornby; Garota Online - Zoe Sugg; Razão e Sentimento – Jane Austen; Corra, Abby, corra - Jane Costello; A Colina Escarlate Nancy Holder.  
  
Eis os 15 melhores livros de livraria que li neste ano:




#15: Cowboys do Asfalto, de Gustavo Alonso:

Merece meu total respeito por levar para a discussão acadêmica um tema que faz muitos torcerem o nariz. Em uma análise que oferece vários pontos de vista, pontos e contrapontos, não defende e não demoniza, cumprindo o objetivo de traçar esta linha evolutiva do sertanejo dentro do contexto social, econômico, político brasileiro.










#14: Elena, a filha da princesa, de Marina Carvalho:

Livro delicioso de ler, com sotaque que, quem é de Minas, conhece. Traz os personagens que amamos de Simplesmente Ana e De Repente, Ana em novos estágios da vida. Sério, romântico, fofo, mostrando como o amor pode iluminar almas torturadas e sofridas. Amei!










#13: Uma pitada de amor, Katie Fforde:

Um reality show é capaz de mostrar o pior e o melhor das pessoas. Em um mundo repleto de creticines e mau-caratismo, é bom ter uma personagem positiva enfrentando os desafios da vida e sabendo lidar com eles. Bônus por ter um protagonista ruivo!








Leonardo da Vinci e Astrologia. Detalhado, intrigante, demonstra quantos significados podem caber em um quadro, ao relacionar signos e a forma como o artista retratou os apóstolos no célebre mural “A última ceia”. Aham. Até parece que eu não iria ler um livro assim!











#11: A irmandade perdida, Anne Fortier:

Misturou mitologia grega, a lenda das amazonas e trouxe para uma corrida contra o tempo contemporânea. Merecia virar filme e seriado. Gostei do estilo, gostei da autora e gostei das mulheres fortes e inteligentes como protagonistas.











#10: Bela Redenção, Jamie McGuire

Atendeu minha esperança de gostar de pelo menos um Maddox. No entanto, Thomas sofre com as lambanças da amada. Comparado com os antecessores, é o melhor da série. Pena que a autora insista em usar os irmãos pra (re)contar a lenga-lenga entre Travis e Abby #hajapaciência









#09: Sedução ao Amanhecer, Lisa Kleypas

Win linda, de saúde frágil que tinha uma certeza na vida: amava Merripen, o garoto cigano que foi encontrado quase morto pelos pais e terminou acolhido pela família. A luta dela pelo "amor impossível" deles é linda de se acompanhar e torcer! E só para destacar mais uma vez: cuidado com os quietinhos, eles sempre surpreendem...







#08: Príncipe dos Canalhas e O Último dos Canalhas, Loretta Chase:

Personagens divertidos, diálogos inspirados, duelo de vontades e de espertezas até que o amor ganha espaço da teimosia de ambos. Nas jornadas de Lorde Belzebu e imprevisível Jessica e de Vere Mallory e da intrépida Lydia, preparem-se para ver gente inteligente se apaixonando, fazendo todo tipo de maluquice e deixando a gente bem interessado.










#07: O Conde Enfeitiçado, Julia Quinn

A história de um amor tão grande que chega a doer, de tão impossível que parece ser. Michael se apaixonou à primeira vista por Francesca, mas seria algo impossível até se tornar possível. Só que ambos teriam que se permitir viver este sentimento sem o peso do passado.

ps.: Neste ano, ainda tenho que aplaudir a antológica cena dos irmãos Bridgerton na casa do pobre do Phillip em Para Sir Phillip, com amor







#06: Animate me: Amor Criativo, Ruth Clampett

A leitura deste livro me transformou em um personagem chiliquento de mangá com corações reluzentes piscando ao redor. Eu queria - e precisava de - algo fofo e feliz. Encontrei em um livro com diversas citações a desenhos animados e personagens que eu amo e um personagem desesperadamente apaixonado em uma história descaradamente romântica. Como não gostar????










#05: A voz do Arqueiro e O Coração do Leão, Mia Sheridan

Não é meramente uma série sobre perfis inspirados por constelações. São histórias sobre a jornada de seres humanos buscando e encontrando a felicidade. Sem poupar ninguém do sofrimento - faz parte da vida - mas reforçando que não podemos deixá-lo conduzir nossas decisões.










#04: Ligeiramente Escandalosos, de Mary Balogh,

Freyja e Josh são tão parecidos em suas qualidades e defeitos. Compram as brigas que acham necessárias, protegem quem amam de verdade. Eles lavam nossa alma. Diálogos rápidos, atitudes incisivas, mesmo que resultado às vezes de impulso. Muito humor. Não há como não gostar deste livro.

Ah, menção necessária para o amor de Judith e Rannulf em Ligeiramente Maliciosos.  








#03: Número Zero, Umberto Eco

Desde que o mundo é mundo, certos pecados e comportamentos abusivos são repetidos por quem está certo de que conseguirá o que quer e escapará impune.
Em todas as funções existem os maus profissionais. O jornalismo, em qualquer lugar do planeta, está longe de ser uma exceção – infelizmente. Valeu a pena em cada uma de suas diretas, realistas, delirantes, críticas, objetivas páginas sobre jornalismo, sobre interesses, sobre política, sobre o melhor e o pior dos seres humanos.







#02: Beleza Perdida, Amy Harmon

"Se Deus faz todos os rostos, Ele riu quando me fez?
Agradeço pela paz que me trouxe, em sua sensibilidade, dor e simplicidade. A autora reflete sobre perda, sobre a morte, sobre coragem, sobre como algumas coisas, por mais que a gente queira, não encontra nem resposta e, talvez, nem consolo. E a partir do momento que as coisas deixam de ser como sempre foram, mudam também os critérios de análise. O que é beleza? O que é saúde? O que é felicidade? O que é vida? O que é morte? Será que algum dia a dor vai passar, vai se transformar em algo suportável ou motivador ao invés desta força sufocante? 

#01: Dois garotos se beijando, David Levithan

Promessa é dívida. Anunciei no Abril Imperdível que reencontraria este livro nos melhores do ano. Olha, muitos chegaram perto, mas não conseguiram tirar a tocante e profunda trama criada por David Levithan do lugar mais alto da lista. Histórias costuradas pelo beijo de dois garotos, o autor consegue pegar a gente pela mão e, ao usar um particular – com o qual você não precisa ser ou pertencer para entender (dependendo da capacidade e interesse em se colocar no lugar do outro) –, fala em alto e bom som sobre o universal, sobre o ser humano.

E ainda preciso agradecer pelo Tiny Cooper.





Não perca amanhã: a sofrência continua para eleger os melhores livros de banca.
Nos próximos dias: a estreia da lista das melhores heroínas e a esperada Piriguetagem Literária 2015!

Bacci!!!

Beta
Reações:

3 comentários :

  1. esse ano foi um ano excepcional para boas leituras! as editoras arrasaram e trouxeram mais versatilidade ao catálogo!
    http://felicidadeemlivros.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
  2. Louca para ler:

    Sedução ao Amanhecer
    O Príncipe dos Canalhas
    O Conde Enfeitiçado
    Ligeiramente Escandalosos
    Dois Garotos se Beijando

    Infelizmente, o único que com certeza lerei este ano é O Conde Enfeitiçado. Os outros terão que aguardar um pouco mais. :( Já cansei de dizer que o dia deveria ter mais de 24 horas. Pelo menos, 72 horas. Sendo apenas 8 horas de trabalho e 8 horas de estudo. O resto livre para as leituras e tudo o mais que quiséssemos fazer. O mundo seria tão melhor assim! :D

    Obs.:Não tenho paciência com a Abby de Belo Desastre. Ponto. Apenas pensar nela me irrita. Isso significa que nunca continuarei a leitura dessa série.

    Bjs!

    ResponderExcluir
  3. Ora, eu alteraria várias posições desta listagem e várias de suas escolhas não estariam em minha listagem: onze romances cresceriam nesse ranking e três romances iriam pro setor de rebaixamento esquecível sem dó e sem piedade (malvadeza !!! hihihi ...) Oh, eu creio que você não leu ainda "Paixão Ao Entardecer, de Lisa Kleypas, anjinho ...

    ResponderExcluir