domingo, julho 26, 2015

Ciao!!!

I should have seen it coming when the roses died
Should have seen the end of summer in your eyes
I should have listened when you said good night
You really meant good bye

Sabe livro que chega de surpresa? Pois é, não esperava e me surpreendi quando este lançamento de junho da Bertrand Brasil bateu à minha porta.
Já ouvi falar do autor, óbvio, moro neste planeta (porque Heimdall é um guardião muito teimoso e não abre Bifrost). Só ainda não havia me encontrado com os livros dele.
E deu em Bon Jovi.
Peraí, que já vou explicar.

Para onde vai o amor? - Carpinejar - Bertrand Brasil
(2014)

Baby ain't it funny how you never ever learn to fall
You're really on your knees when you think you're standing tall
But only fools are know-it-alls and I've played that fool for you

Em 58 textos, Carpinejar abre o coração para o que chama de “Crônicas de Fossa”, onde fala sobre cenas variadas possíveis em relacionamentos: desde o amor devotado de apenas uma das partes à dor de se ver esquecido e ignorado por quem tanto amor.

I cried and cried
There were nights that I died for you baby
I tried and I tried to deny it that your love drove me crazy baby

If the love that I got for you is gone
If the river I've cried ain't that long
Then I'm wrong yeah I'm wrong
This ain't a love song

É um livro de leitura fácil. Porque fala de forma simples e clara sobre sentimentos. As pequenas e grandes cenas de uma história de amor: o começo, o encantamento, a rotina, os ajustes, as incompatibilidades que se tornam charme. As diferenças que criam e se tornam problemas. As miudezas que só são reveladas após uma perda sem chance de volta. A dor de quem se viu sozinho. A dor de quem foi rejeitado. A dor de quem foi abandonado. A dor de quem sonha com uma reconciliação que não ocorrerá. A dor de quem sofre por se ver uma página virada para alguém que lhe é tão importante mesmo depois do fim. 

Baby I thought you and me would
Stand the test of time
Like we got away with the perfect crime
But we were just a legend in my mind
I guess that I was blind

Se alguma destas descrições soou piegas, nem pense em torcer o nariz. Só busque na sua memória quantas vezes você fez questão de ser piegas porque estava apaixonado, feliz e piegas era bom. Era ótimo. Até o momento em que a bolha estourou, o que antes era atrativo se tornou irritante e o amor murchou aos poucos, graças ao desejo por mais, que, muitas vezes, nem existe.

Remember those nights dancing at the masquerade
The clowns wore smiles that wouldn't fade
You and I were the renegades some things never change

Carpinejar expõe com clareza as idas e vindas destes diferentes estágios de relação. Expõe de forma passional várias manifestações da dor da rejeição. E, embora escrito por um homem, apresenta um ponto de vista além disso. A mulher é musa, parceira e "torturadora", tão vítima quanto algoz no enlace e desenlace. Quem passou por isso, se reconhece e se identifica. Mesmo que não admita para os outros. Mesmo que não admita para si mesmo. Ao viajar nas palavras do escritor gaúcho, não se surpreenda se por acaso recuperar lembranças perdidas no tempo, no espaço, soterrada por outras lembranças.

It made me so mad 'cause I wanted it bad for us baby
And now it's so sad that whatever we had
Ain't worth saving oh oh oh
If the love that I've got for you is gone
If the river I've cried ain't that long
Then I'm wrong yes I'm wrong
This ain't a love song

(Sim, aconteceu comigo. Sim, não teve final feliz. Sim, a vida seguiu. Sim, ressuscitou a música que ouvi sem parar por horas até ligar os pontos do que desecadeou o loop mental. Se o Divertida Mente estiver correto, os habitantes da minha sala de controle mental estavam cantando de mãos dadas animadamente a sofrência do Bon Jovi na década de 90)

Enquanto reflete para onde vai o amor, nas entrelinhas, Carpinejar redige o que todos esperamos – alimentados por todo um repertório da busca pelo final feliz – que ele não esteja muito longe e não desista de nós. Desejo e tesão todos encontram aqui e ali. E mesmo com todos os dramas e lágrimas, isso não é suficiente para a maioria, que não quer abrir mão de amar e ser amado.


Bacci!!!


Beta

sábado, julho 25, 2015

Ciao!!!



Capa da edição portuguesa

Pensem em uma pessoa desorganizada o/
Nem acabou de ler uma série da autora – olá, família Hathaway, qualquer dia apareço aí no livro 3! – já começa outra - que por sinal é a que deu origem a que está incompleta...
Bem, acho que desorganizada não é a palavra. O certo é fominha. Leitora compulsiva fominha. Ou seja, auge do pleonasmo...

Segredos de uma noite de verão – Lisa Kleypas – Arqueiro (As quatro estações do amor 1-4)
(Secrets of a Summer Night - 2004)
Personagens: Annabelle Peyton e Simon Hunt

A situação de Annabelle era péssima. Desesperadora. Precisava se casar a todo custo para garantir a segurança financeira da mãe e do irmão, que ainda estava na escola. Só tinha um problema, ela já estava relegada ao canto das solteironas nos bailes da sociedade. E foi justamente aí que encontrou outras três garotas também jogadas para escanteio. Elas decidiram se unir para virar o jogo. A primeira a ser beneficiada com o esquema foi justamente Annabelle. Só tinha um problema: Simon Hunt, empresário vindo da classe média, estava disposto a tudo para ela ficar com ele...

Comentários:

- Sinceramente, deve ter sido o livro mais gostoso que li da Lisa Kleypas. Porque nos dois das Hathaways, a trama tem um ritmo mais lento (o primeiro, então, parece que só começa quando Cam decide que quer casar com a chata da Amelia). Neste, a trama deslancha, porque sempre tem algo acontecendo. Neste, mesmo eu não simpatizando 100% com a Annabelle, ainda consegui me importar com ela. A amizade entre as quatro solteironas (as “Wallflowers”, nome original da série) é muito divertida de se acompanhar, afinal de contas, elas são muito diferentes entre si e interagem muito bem. A melhor parte é que elas destoam do padrão reinante por não serem as parvas, sonsas, dissimuladas debutantes. 

- Annabelle está vendo a mãe se submeter a uma desonra para manter a família no fiapo de padrão de vida que restou após a morte do pai. Desta forma, sabe que pode salvar a todos desde que se case com um nobre, que tenha dinheiro e não ligue para o fato de ela não ter dote. No canto onde fica relegada nos bailes, ela conhece as irmãs americanas Lillian e Daisy Bowman e a tímida Evangeline Jenner, que compartilham o ostracismo das potenciais “solteironas”. Diante do interesse comum em não terminar deste jeito, as quatro se unem no propósito de ajudar umas às outras a arrumarem maridos ricos. Elas estabeleceram que Annabelle necessitava ser a primeira e traçaram o plano.

- Primeiro envolvia estar entre as convidadas para a temporada na casa de Lorde Westcliff no campo. O local perfeito para as casadoiras porque teria os melhores partidos da temporada. Depois estabeleceram o alvo: um nobre gentil e sossegado. Traçaram a estratégia e partiram para o ataque...

- Mas, como disse antes, no meio do caminho havia Simon Hunt, empresário vindo da classe média, com quem vários nobres tinham negócios, mas não admitiam porque consideravam que não era de bom tom trabalhar. Simon viu Annabelle ao lado do irmão dois anos antes e se interessou imediatamente. Mas ela o desprezou, mesmo após um beijo roubado. Agora, o homem parece estar em todos os lugares onde ela também está. Sempre pensando o pior, sempre a tirando do prumo, sempre transformando a serenidade dela em fumaça.

- Então temos Annabelle caçando um nobre, Simon caçando Annabelle. Lorde Westcliff considerando isso uma insanidade sem fim. Simon sabe que se sente atraído por ela. Considera que talvez ela possa ser sua amante. E daí para entender que amante não seria suficiente... O problema é convencê-la a aceitá-lo. Apesar de sentir a mesma atração (embora ela não entenda o motivo da falta de controle e porque se sente confusa), ela não admite um casamento que a afaste da nobreza. Sim, Annabelle é meio nariz em pé. Em contrapartida, Simon também tira conclusões precipitadas a partir de fiapos de informação e boatos. Ou seja, até nos defeitos, eles combinam.

- Até Annabelle e Simon se acertarem, serão necessárias algumas trapalhadas (vai uma partidinha de rounders aí?), ajustes de interesses e as ameaças de um inimigo. Ela conta com o apoio das amigas, embora nem sempre se sinta confortável em confessar o que realmente sente a elas. Simon contraria os conselhos do maior amigo e nem mesmo se entende, mas tem o mérito de correr atrás de quem quer. Graças aos seus protagonistas imperfeitos, a trama é cativante. Temos uma pista de quem será o próximo casal, que já vem se estranhando em alto e bom som aqui (são a prova, por enquanto, de que dois bicudos não se beijam... até acharem um jeito!)

As quatro estações do amor (The Wallflowers)1-4
0.5 - Again the magicLady Aline Mardsen e John McKenna
1. Segredos de uma noite de verão – Secrets of a Summer Night - Annabelle Peyton e Simon Hunt
2. Era uma vez no outono – It happened one Autumn – Lillian Bowman e Marcus, Lord Westcliff
3. Pecados no inverno – Devil in Winter – Evangeline Jenner e Sebastian, Visconde St. Vincent
4. Escândalos na primavera – Scandal in Spring – Daisy Bowman e Matthew Swift
5. A Wallflower ChristmasHannah Appleton e Rafe Bowman


Bacci!!!

Beta

quinta-feira, julho 23, 2015

Ciao!!!


Sim, foi o máximo da lerdeza mental, por isso, começo pedindo desculpas.
O motivo? Há alguns dias, fui convidada para dar uma entrevista para o jornal Zero Hora, de Porto Alegre, sobre os livros românticos. A entrevista foi publicada na última segunda-feira, dia 20. Fiquei tão feliz que publiquei em todas as redes sociais.
Só me esqueci de publicar no blog, o motivo da entrevista.
¬¬
Perdoem este momento de tontice e parvice.

Vamos ao que interessa, o repórter Alexandre Lucchesi mandou as perguntas, que respondi imediatamente. Fiquei feliz em ser lembrada e convidada a participar. Outras colegas blogueiras também participaram. E quero reforçar que mencionei várias colegas blogueiras, mas claro que o espaço não coube todo mundo que citei. Ah, claro, ele pediu uma dica de livro e eu sugeri três (juro que fui sintética). Afinal de contas, como jornalista, entendo o dilema do espaço.

E pedi a ele que me mandasse os links para eu poder ver e divulgar a entrevista, o que ele fez :)

 

Imagens do texto na versão impressa do jornal.

 A matéria também está disponibilizada no site do Zero Hora, confiram aqui e aqui.

Leiam, visitem, comentem e compartilhem. Afinal de contas, foram poucas vezes que nosso gosto por leitura foi tratado com respeito em uma matéria como neste texto do Alexandre Lucchesi.

Bacci!!!

Beta  

domingo, julho 19, 2015

Ciao!!!



Nada como um romance histórico, século 19 na Inglaterra... Com herói e heroína marcados por escândalos. E uma jovem mimada disposta a tudo para conseguir o que quer.
Sinceramente, não tenho do reclamar...

Um amor escandaloso – Patricia Cabot – Record
(A little scandal - 2000)
Personagens: Kate Mayhew e Burke Trahern, marquês de Wingate

O marquês de Wingate tinha um problema: a filha adolescente que estava incontrolavelmente apaixonada por um pretendente inapropriado e completamente fora de controle de qualquer dama de companhia. Por isso, ele contratou a mulher que teve coragem de enfrentá-lo armada de um guarda-chuva. Mas Kate Mayhew não tinha nenhum interesse no cargo até ele fazer uma proposta irrecusável. Ela não tinha o menor interesse em voltar à alta sociedade e não queria se expor porque não se sentia segura. E sabia que, assim como antes, ninguém acreditaria nela.

Comentários:

- Uma coisa é óbvia desde o início, Kate e Burke tem em comum o fato de serem párias sociais. A autora opta em expor primeiro as razões do escândalo que o envolvem, como uma forma de a gente se aproximar do homem com beleza de cigano, temperamento explosivo e sofrendo as agruras de uma filha mimada e impulsiva, Isabel, que estava perdidamente apaixonada por um jovem mais interessado em jogar que em fazer algo produtivo da vida.

- Se a Senhorita Mayhew era a solução, Burke tratou de consegui-la fazendo uma oferta irrecusável, com a qual poderia resolver muitos problemas financeiros. O primeiro ímpeto foi recusar, mas acabou convencida a aceitar, pelo bem de outra pessoa. E apesar dos riscos que isso envolvia. Ao longo do livro, recebemos informações sobre o escândalo que afetou a família de Kate e a deixou na atual situação. Ela não tinha o menor interesse em retornar aos salões da sociedade e sabia que teria que lidar com isso pelo bem de Isabel.

- Claro que Burke, sem perceber, vai se apaixonar por Kate. E é muito divertido (para nós, não para ele, coitado) a forma como ele age certo de que não demonstra (aham). Além disso, ela o ajuda a lidar com os caprichos da filha, que sinceramente merecia um choque de gestão intenso. Há limites para paciência com criaturas assim (e digamos que, nesta semana, o meu está baixo). Ainda bem que, para compensar Isabel a sem-noção, há Kate – que já sofrida e calejada pela vida, consegue enxergar as armadilhas na alta sociedade. Até mesmo a pior de todas, sobre a qual ela avisou todos, mas ninguém acreditou nela. O que contribui para colocá-la – e outras pessoas – em risco.

- A atração entre os dois não começa da noite pro dia, a gente acompanha todo o desenvolvimento e a consequência dos sentimentos entre eles. O que mais gostei foi perceber como eles foram coerentes com si mesmos ao longo. Ninguém passou por milagre nenhum. Burke teve o coração partido e julgava nem ter sentimentos. Kate perdeu a confiança nas pessoas. Um é o ideal para o outro (eles compartilham até o gosto por leitura. As metáforas literárias com as quais Kate convence Burke a mudar de estratégia com a filha são ótimas). Claro que arestas precisarão ser aparadas e alguns rumos corrigidos, mas a trama é divertida, flui, encadeando bem as situações e até mesmo algumas inversões de expectativas (confesso que fui totalmente #TeamBurke na parte II. Ela fez bem em tirá-lo do prumo). Você torce para que eles sejam felizes e mandem a sociedade hipócrita inglesa catar coquinho do alto de suas vidas ricas, frustradas e vazias.

Bacci!!!

Beta

sábado, julho 18, 2015

Ciao!!!



Sabe o livro que aparece na hora certa na sua vida?
Então, dei uma sorte danada, porque eu precisava de um livro como “Corra, Abby, Corra” para me divertir.
Afinal de contas, nada melhor que uma mulher inglesa de Chicklit para fazer qualquer pessoa se sentir normal  ;)

Corra, Abby, corra – Jane Costello – Record
(Girl on the run - 2011)
Personagens: Abby Rogers, a empresa, o clube de corrida, etc. etc.

A vida de Abby tinha caído em uma rotina: muita correria para conseguir mais clientes para a empresa de web design, alimentação longe de ser a adequada e nada de relacionamentos. Como se não bastasse, ela ainda atropelou e estragou a moto de um desconhecido. A melhor amiga, Jess, vivia incentivando que ela adotasse práticas saudáveis e se juntasse no clube da corrida. Usou como incentivo um amigo lindo, Oliver, o Doutor Sexy. No entanto, após uma das funcionárias e amigas ser diagnosticada com uma doença crônica, Abby se anima a correr para arrecadar dinheiro, o que a aproxima de um estilo de vida longe do que ela conhece.

Comentários:

- É o segundo livro que leio da autora e confesso, se tornou o meu favorito. Terminei envolta em uma enorme sensação de felicidade pós-leitura tão grande que só conseguia comemorar ter acertado na escolha. É que eu fiquei em dúvida entre ele e outros dois, aí consultei o Goodreads e me decidi pelo que tinha a nota mais alta. Ponto para o Goodreads pela ótima indicação.

- Sim, estamos mais uma vez no reino ensandecido da Chicklit britânica. Onde as mulheres estão em uma vibe tão maluca que torna a vida de qualquer um uma delícia de normal. Abby Rogers é uma empreendedora de Liverpool, abriu a própria empresa de web design, tinha outros três funcionários, Priya, Matt e Heidi. Em mais um dia comum, ou seja, com muito para fazer em pouco tempo, enquanto comia, ela dirigia, memorizava uma apresentação e estacionava o carro. Chance de isso dar certo? Claro que o resultado foi um motociclista atingido e uma moto destruída. Um beijo inesperado e uma conta de mil libras para pagar.

- Mas vida de mulher moderna inclui a melhor amiga casada e na felicidade padrão tentando arrumar um marido a todo custo para a amiga solteira. Abby também não escapou. Jess, a “louca por corrida e exercícios”, casada com Adam, mãe de dois filhos, está convencida de que seria bom para Abby ter um relacionamento para distrair a cabeça de todo o esforço investido na montagem e funcionamento da empresa. Desta vez, ela apresentou Oliver, médico e também corredor. Aparentemente, mesmo com alguns acidentezinhos de percurso, houve o interesse entre eles.  

- Até que uma notícia muda tudo. Heidi, a colaboradora supereficiente revela aos amigos que recebeu o diagnóstico de esclerose múltipla. Aos 23 anos. Isso deixa os amigos consternados e mobilizados. Surge a ideia de chamar a atenção para a necessidade de estudo da doença e então Abby decide correr para levantar recursos para isso.

- Sim, Abby, a sedentária com uma dieta de fazer os saudáveis chorarem rios de desespero, havia decidido se unir a Jess no clube da corrida para impressionar Oliver. Para surpresa dela, reencontrou no grupo Tom, o motociclista vítima de sua vibe multitarefas ao volante. E no geral, a experiência foi um desastre. No entanto, por causa de Heidi, ela decidiu que se prepararia, ganharia condicionamento físico e voltaria ao clube na preparação adequada. A meta: correr uma prova para arrecadar os donativos.

- Neste meio tempo, enfrenta a situação envolvendo o divórcio dos pais que, mesmo tantos anos depois, ainda se amam. Acompanha uma situação de traição que, se fosse comigo, não teria o mesmo desfecho do livro. Desenvolve uma amizade inesperada que rende muito mais que ela poderia imaginar. E entende, com a doença da amiga, que não podemos desperdiçar tempo na vida.

- O livro tem um humor na dose certa, sem excessos. Abby passa por situações possíveis com qualquer pessoa atualmente: aquele estágio de indefinição diante de um novo relacionamento, uma atração meio inexplicável por outra pessoa, querer se desdobrar em várias para dar conta de trabalho, emprego e vida pessoal. Abby é naturalmente uma otimista, atrapalhada, amiga leal, humana. A construção da trama, com todos os erros que ela comete, especialmente os querendo acertar, com os micos que ela paga (chorei de rir com a cena que envolve os M&M. E sem comentários sobre o caso do táxi), como as vezes em que chuta a dieta pra lua, tudo funciona. É uma trama onde os personagens e as situações sem encaixam. A história é agradável, divertida, do tipo que se você vestir a camisa não vai largar até terminar. É normal. Foi o que ocorreu comigo.

- Ah, claro. O fato do motociclista chamar Tom, ser britânico e maravilhosamente lindo não teve nada a ver com meu julgamento do personagem, tá? Ok, admito: contribuiu para a escolha do livro (foi uma das informações aleatórias que descobri enquanto pesquisava sobre ele no Goodreads, tomando cuidado para não ler spoilers) porque fiz uma associação rápida e imediata.

Bastidores de The Night Manager, minissérie da BBC...

Sim, não tenho jeito. Mas isso não é novidade, né?


Bacci!!!

Beta