sexta-feira, junho 24, 2016

Ciao!!!


Nem sei há quanto tempo este livro esperava na pilha do “para ler em breve”.
Até que atinei que hoje seria a data ideal, afinal de contas, 24 de junho é dia de São João, o padroeiro de Florença. A cidade italiana (que mais quero conhecer no mundo) é mais que cenário, é uma das protagonistas desta série do Sylvain Reynard.

A transformação de Raven – Sylvain Reynard – Arqueiro
(The Raven - 2015)
Personagens: Raven Wood e o Príncipe de Florença

Raven se mudou para Florença para ser feliz. No entanto, a tragédia a encontrou na cidade italiana. Uma semana depois, ela acorda completamente diferente e sem se lembrar de uma semana da própria vida. E se está achando pouco: para a Interpol e a Polícia Italiana, é a principal suspeita de um roubo na Galleria degli Uffizi. Para piorar, há um homem estranho e poderoso por perto sempre que as coisas se complicam e ela percebe que muitas coisas na vida não tem explicações lógicas, mas que talvez a misericórdia e a bondade poderiam salvá-la da escuridão.

Comentários:

- O livro começa dois anos depois dos acontecimentos narrados em O príncipe das sombras. As ilustrações de A Divina Comédia foram roubadas da Galleria degli Uffizi na mesma noite em que Raven Wood viu a morte de muito perto. Acordou uma semana mais tarde, praticamente irreconhecível fisicamente (para melhor) e sem nenhuma memória do que houve nesta semana pós-roubo. Por não ter álibi, tinha se tornado a principal suspeita do roubo e não tinha como se defender.

- E como se fosse pouco, um estranho que sempre aparecia à noite e nunca permitia que o visse completamente apareceu com conselhos que mais soavam como ordens, para que ela usasse uma relíquia religiosa (logo ela que deixou de acreditar em Deus no início da adolescência) e acima de tudo, que partisse de Florença para nunca mais voltar. Ao invés de assustar, isso atiçou Raven que queria esclarecer dúvidas, que a levariam de encontro a algo que se mantinha oculto e poderia ser fatal para quem descobrisse.

- O Príncipe de Florença tinha muito que resolver: após recuperar suas ilustrações, queria se vingar do ladrão – o que colocava a família do professor Emerson em risco – precisava entender alguns episódios que indicavam ainda a presença de um traidor, algo que o preocupava desde a revolta veneziana de dois anos antes. Invasões, caçadores eram ameaças, mas nada como a humana que captara a atenção dele, seja porque era movida pela misericórdia, bondade e vontade de proteger ou porque era teimosa e se recusava a seguir os conselhos dele para a própria proteção dela.

- Apesar da introdução em Opríncipe das sombras, é aqui que temos mais elementos sobre a personalidade dos personagens. O príncipe carrega todos os questionamentos sobre vida, morte, eternidade, humanidade cabíveis a uma criatura que vive há séculos, conheceu o melhor e o pior dos humanos e de outras criaturas sobrenaturais e sabe que não pode confiar em ninguém. Não pense que é vampiro fofinho. Livro errado. Se tiver que matar, mata. Ninguém chega – e principalmente se mantém – à posição dele, entre os mais antigos poderosos, sendo legal. Só que a humana se tornou uma fraqueza. Uma surpresa a cada momento, fazendo com que ele tome atitudes que nunca fez antes com ninguém.

- Raven deixou um histórico de sobrevivência, violência, o nome verdadeiro e os Estados Unidos para trás ao se mudar para Florença, onde finalmente pode dizer que foi feliz de verdade. Era restauradora, sendo que estava envolvida em um trabalho em a Primavera de Botticelli antes do caos se estabelecer, sua aparência mudar radicalmente ao ponto de ninguém a reconhecer (e, de certa maneira, nem ela mesma: sem explicações sobre a cura milagrosa da perna deficiente, da perda de peso e da miopia). Ao começar o estranho relacionamento com o homem que a salvou várias vezes, queria classificá-lo de alguma forma racional, mas teve que se render às evidências de talvez só uma houvesse uma explicação para tudo.

- Aliás, devo dizer que me deixou ressabiada uma restauradora de Botticelli e quadros renascentistas precisar quase de um workshop sobre o padrão de beleza de alguém apaixonado pelo período em que Florença foi o centro do pensamento e da arte do mundo para entender o óbvio em se tratando da inusitada relação dos dois. Não sei se é porque adoro este momento histórico que entendi rapidamente a referência.

- Quem acompanha o Literatura de Mulherzinha sabe que com livros com vampiros (e outros seres sobrenaturais) não costumam estar entre os meus favoritos (exceção descarada e flagrante: Os Senhores do Mundo Subterrâneo – Ainda esperando por Amunzinho), mas foi uma leitura boa – com um ou outro momento mais arrastado (pela teimosia da Raven em correr de braços abertos para o problema) e que ajudou a imaginar uma Florença bem diferente do padrão criado pela minha mente e alimentado por tudo que leio e vejo sobre a cidade que mais quero conhecer no mundo.

- Ah, para quem ama os Emersons, da Trilogia Gabriel (#MadreHooligan leu e gostou com ressalvas sobre algum comportamento teimoso da Julianne. Eu ainda não, então evitem spoilers), eles são citados várias vezes – e o autor ainda permanece deixando algo no ar em relação ao casal. E ainda há uma cena extra com eles no final.

Série Noites em Florença (The Florentine):
1 – The Raven – A transformação de Raven
2 – The Shadow – ainda não lançado


Bacci!!!


Beta

quinta-feira, junho 23, 2016

Ciao!!!




Claro que eu já tinha ouvido falar da Patricia Barboza. Eu estou vivendo uma história de desencontros com a série As MAIS, que foi um dos temas do bate-papo dela no seguido de autógrafos no estande do Grupo Editorial Record, no #Dia5 da Bienal do Livro em Juiz de Fora.

A conversa foi na sala de imprensa. Patricia Barboza tinha visitado a área de exposição e a estrutura montada para o primeiro evento na cidade a agradou.

Eu achei maravilhoso. É a oportunidade do pessoal ter mais contato com os autores. Livro a gente encontra na livraria, mas outra coisa é encontrar o autor, tirar uma foto, pegar um autógrafo. Acho que é bem bacana e tomara que seja a primeira de várias”, disse.


Quis sabe da autora qual era o maior desafio em escrever para pré-adolescentes e adolescentes, já que seus livros abordam este universo.

As crianças e as adolescentes gostam muito de fantasia, mas ainda não escrevi nada de fantasia. Eu gosto de falar do cotidiano. Eu acho que isso também atrai. Você encontrar o personagem que tem o mesmo problema que você. Por exemplo, o Zeca está passando pelo crescimento, pela puberdade, está vendo o corpo dele mudar. Vários garotos da mesma idade estão passando pela mesma situação e se enxergam no personagem. Eu acho isso legal”, comentou.

Outro ponto que conversamos foi sobre “internet: amiga ou inimiga”. Patricia Barboza tem uma visão positiva das possibilidades trazidas pela web para quem trabalha com literatura. 
Há pessoas que culpam muito a internet de afastar os leitores. Eu já discordo completamente. Através da internet você pode compartilhar as suas leituras, um livro que você não conhecia um amigo acabou indicando, os próprios blogs fazendo resenhas... Já recebi mensagem de leitora que mora em cidade do interior, que não tem nem shopping nem cinema, e conhece os livros através das resenhas e indicações e compra pela internet. A internet é uma ferramenta. O uso dela é que vai ser para o bem ou para o mal. Nesse caso, eu acho que é a favor da literatura”, analisou.
Neste mês, a Verus publicou a versão atualizada de Confusões de um garoto, publicado originalmente em 2010 e revisado pela autora. Na estrada desde 1º de junho nos eventos de promoção, Patrícia Barboza contou que já recebeu retornos interessantes – e até inesperados – de quem já leu.

“Não deu para receber ainda o feedback de quem leu a primeira versão, mas já recebi feedbacks bem interessantes de pessoas que leram em um dia, e eu falei ‘poxa demorei um tantão de tempo para escrever e você já acabou!’ ou então ‘já tem o segundo?’ e eu ‘como assim, acabei de lançar!’ Nesta semana [passada], recebi um e-mail de uma mãe que comprou o livro para o filho que tem 11, 12 anos e ela leu também. Eu acho legal que não é só o adulto que acaba indicando a literatura para o adolescente, está acontecendo muito o contrário, o adolescente influenciando os pais e eles compartilharem a leitura. E eu acho isso o máximo porque eles podem discutir o que está acontecendo na história. Eu acho fantástico!”, contou.

Atenção leitores e leitoras de Patrícia Barboza: ela está confirmada em Sampa!

No segundo semestre, tem a Bienal de São Paulo. Desde 2012, eu tenho a tradição de ficar todos os dias no estande da Record e vem uma maratona por ai. E tem um monte de escolas pedindo palestras, porque também sou palestrante. Tem um monte de coisas para fazer!”.

Próximo livro? Miiiiiistério! Ainda não sei qual o próximo livro. O meu ano é dividido em duas partes: de abril a novembro e de dezembro a março. Como a minha literatura é infantojuvenil atendo muita escola e evento, então de abril a novembro praticamente estou em divulgação e fazendo palestras e viajando. Quando a galera está de férias é que vou escrever, que é de dezembro a março. Agora estou em divulgação”, ressaltou.

Para os fãs, Patrícia Barboza deixou no Literatura de Mulherzinha um recado especial: “Queria deixar um beijo, agradecer pelo carinho recebido pelo convite da Bienal de Juiz de Fora. Espero que gostem da proposta do ‘Confusões de um garoto’ e também falar da minha serie As MAIS, sobre quatro amigas, que enfatiza a amizade e o respeito as diferenças. Fica o convite para a galera entrar no meu site e conhecer meus outros trabalhos”.


Comentei com a Patricia Barboza que tenho a intenção de ler a série As MAIS porque eu já intuí que vai rolar identificação com alguns momentos da minha vida. E se você quiser saber o que achei de Confusões de um Garoto, visite o Literatura de Mulherzinha no próximo sábado ;)

Saiba mais sobre Patrícia Barboza no Literatura de Mulherzinha e confira o que rolou no #LdMnaBienalJF.

Bacci!!!

Beta

quarta-feira, junho 22, 2016

Ciao!!!


A 1ª Bienal de Juiz de Fora permitiu ampliar conhecimentos - e a famigerada e praticamente imortal "lista dos desejos literários". Andei meio afastada das livrarias nos últimos meses – motivo óbvio: evitar sofrimento em tempo de orçamento apertado e de contas obrigatórias a serem quitadas (sim, ser adulto responsável leva a escolhas duras, mas necessárias), então estou forçosamente por fora de muitos lançamentos.

Como comentei com a Gisele Souza e com a Verônica e a Jamile, da Editora Charme, que a acompanharam até Juiz de Fora, não me lembrava de ter visto livros da editora por aqui. Por motivo de: apesar da cidade estar a 3h de ônibus do Rio de Janeiro, deve haver uma conexão em Nárnia ou em Jotunheim, que atrasa a chegada de muitos livros para os lados de cá.

(E esta conexão às vezes é feita pelos Correios também, especialmente quando você está esperando demais o carteiro). 

No entanto, duas boas notícias - a Livraria Ca d’Ori será ponto de venda dos livros da Charme, o que amplia as opções das leitoras e leitores de Juiz de Fora e a Bienal trouxe Gisele Souza à cidade para autografar e conversar com leitoras no #Dia5.

Estar em uma Bienal é maravilhoso. Estar no meio do que a gente ama é muito bom. Eu adorei o espaço, ficou uito gostoso, acolhedor. Já conheci leitores novos, depois vou dar uma volta”, disse ela no estande da Ca d’Ori.


A Gisele Souza é uma fofa, muito educada, e se define como uma leitora compulsiva, apaixonada por livros, filmes e séries. Casada e mãe de um menino, começou a publicar e se destacou na Amazon, com a quadrilogia Inspiração.

 

Agora, a série começou a ser publicada em formato físico. Já está nas livrarias (inclusive em JF) Inspiração. Completam a quadrilogia Impulso, Ímpeto e Insinuação, disponíveis por enquanto em e-books. Além disso, a editora também lançou Pecaminoso em formato físico. 

Por isso, a presença em eventos e o contato pessoal com as leitoras são importantes na fase de divulgação do trabalho, como bem explicou Gisele Souza, que já tem programação pós-Bienal do Livro de Juiz de Fora.

O pessoal vem, pega o marcador, quer ler a sinopse, a gente tira uma foto, quer ler a sinopse, a gente tira uma foto e é assim que a gente vai caminhando. Temos evento no mês que vem na Livraria da Travessa, no Rio, com a maioria das autoras da Charme e depois a Bienal de São Paulo”.

Enquanto as próximas histórias estão “no forno”, Gisele aproveitou o bate-papo para ressaltar como que cada leitora é fundamental para o desenvolvimento do trabalho dela.

Quero mandar um beijo para todo mundo, agradecer o apoio, o carinho, é esse caminho que impulsiona a gente e anima a continuar porque não é fácil. Escrever e trabalhar. Porque ser escritor não é só escrever e trabalhar, é todo um contexto, você divulga, se não está interagindo, você não consegue ir para frente e fica estagnado. Então, o carinho dos leitores ajuda a gente a se animar a continuar”, disse a autora que prometeu voltar à Juiz de Fora.


Bacci!!!

Beta 

terça-feira, junho 21, 2016



Ciao!!!

Foto: Nathalie Guimarães

Sim, a Bienal do Livro de Juiz de Fora terminou oficialmente no domingo, mas aqui no Literatura de Mulherzinha ela ainda vai durar mais alguns dias. Nesta “ressaca”, vou publicar as entrevistas que fiz com seis autoras e um autor durante o evento e vou colocar mais fotos no álbum do Facebook.

E quem começa a série de entrevistas é a autora carioca, elegantíssima e gentil Nana Pauvolih. Como disse a ela, ainda não li os livros dela, mas estão na lista de prioridades desde que as garotas da Livraria Ca d’Ori me perguntaram “Como assim você não conhece o Antônio?”

Aliás, como também contei à Nana, diante da pergunta, fui pesquisar com minhas fontes de confiança e só ouvi boas referências. Resultado: já recomendei e uma colega minha encomendou a série completa porque não aguentou de curiosidade.

“Mas você já recomendou o livro antes de ler?”, a Nana me perguntou.

O que mais podia dizer? “Sim, sou dessas!”

Ainda bem que ela não me achou uma insana completa e aceitou conversar comigo pouco antes do bate-papo com as Nanetes em Juiz de Fora sobre Literatura Erótica no #Dia3 do #LdMnaBienalJF.
Foto: Nathalie Guimarães

Se a primeira impressão é garantia de novas visitas, então teremos Nana Pauvolih de volta à Juiz de Fora. “Adorei o convite e tinha que vir. Estou muito feliz de poder fazer parte da 1ª Bienal”

Atualmente, 99,99999% das Nanetes não tem outro assunto: Antonio Saragoça, o protagonista do encerramento da Trilogia Redenção (que estava à venda na Bienal).

“Engraçado que não falam comigo sobre Redenção pelo Amor. Perguntam ‘e o Antônio?’, ‘Cadê o Antônio?’. Felizmente o livro está muito bom, está vendendo muito”

Na quinta, Nana participou de um sobre Literatura Erótica no Auditório 1. A gente conversou sobre como é escrever este tipo de livro, o que tem de diferente. Para a autora, não há nada de incomum.

“Primeira coisa é um romance, é um livro como outro qualquer. A diferença é que, eu sempre falo isso, você abre a porta do quarto. Nos outros romances, quando chega na porta do quarto, ela fica fechada. No romance erótico, você abre e continua a história. É como a vida normal. As pessoas tem seus casamentos e sua vida e tem sexo. Faz parte da vida e faz parte dos meus livros”.

Um tema frequente nas conversas, bate-papo que acompanhei na Bienal era quais as dicas que os autores dariam a quem quer criar coragem e contar as próprias histórias. Por isso, também fiz esta pergunta à Nana Pauvolih.

“Para quem quer escrever romance erótico ou qualquer outro romance, primeiro a pessoa se dedique, ame, goste daquilo que faz. Que nunca seja uma coisa forçada. Não acho legal escolher romance erótico porque acha que vai vender. Nada disso! Tem que ser uma escolha, tem que gostar de fazer aquilo. Eu amo, sou apaixonada por escrever romance erótico. Para mim, tem que gostar, tem que se dedicar e tem que escrever”.

E não é apenas nos livros que Nana Pauvolih fala sobre erotismo e sexualidade. Em seus perfis nas redes sociais, a autora se tornou uma espécie de “consultora” das Nanetes, seja propondo temas ou dialogando sobre dúvidas delas. Ela me contou que não só no mundo virtual que isso acontece.

“As pessoas me contam muitas coisas, porque confiam. Parece que eu viro uma pessoa da família. é até engraçado. Outro dia uma senhora foi no meu lançamento e era morava em um bairro distante do Rio de Janeiro e ligou para a filha ir logo para casa ‘porque eu vou ver a Nana’ e a filha ‘quem é Nana?’. É muito engraçado porque cria uma intimidade, elas tem confiança de perguntar. Já aconteceu em algum lançamento de grupos de meninas esperarem acabar para vir conversar comigo sobre algum tema. O que acontece é que eu trato o assunto de uma maneira natural e elas acabam entendendo isso e confiando”.

Foto: Nathalie Guimarães
A Bienal de Juiz de Fora marcou o encerramento da turnê do Antônio, digo, Redenção pelo Amor. Agora para o segundo semestre, a agenda de Nana está cheia e para a alegria das Nanetes, tem muita novidade a caminho.

Começou em Minas e terminou em Minas. Estou com o lançamento de Antonio desde abril, na Bienal de BH. Agora eu vou dar uma paradinha, uma descansadinha, o lançamento continua, mas trabalhando, porque já tenho um novo livro que vou entregar em julho. Já tenho lançamento previsto da nova série. Na Bienal de São Paulo eu vou com a série Redenção e vou relançar meu primeiro livro, A Coleira. Também vou lançar um livro de contos com mais quatro autores amigos. Logo depois da Bienal, vem um livro inédito, este que entrego em julho, é muito trabalho ainda”.

E muitos motivos para as Nanetes ficarem felizes. “As Nanetes e eu também”.

Imagem: Rocco
Nana Pauvolih comentou comigo que é possível ler cada livro separado, mas o ideal é a série na sequência, porque os amigos aparecem uns nos livros dos outros e podemos acompanhar a evolução deles dentro e fora das próprias tramas. 

Como disse à Nana, minha meta é que, quando a gente se reencontrar, eu leve o Antônio, o Matheus e o Arthur para ela autografar e que já terei todos aqui no Literatura de Mulherzinha. E eu sou do tipo que quando prometo, cumpro.

Ainda mais porque mostrei Antônio à #MadreHooligan e o óbvio aconteceu: ela quer ler também. Aposto que, quando chegar aqui em casa, a trilogia vai direto pra pilha dela e eu vou ficar esperando. Normal.

Mais sobre Nana Pauvolih no site oficial, no site da Editora Rocco e no Literatura de Mulherzinha.

Bacci!!!

Beta

ps.: Alguns detalhes de bastidores – autores também se tietam, sabia? A Nana Pauvolih encontrou na Bienal a Marina Carvalho e a Graciela Mayrink. Além da conversas, livros autografados e fotinhos (e eu lá tietando em dose tripla)




segunda-feira, junho 20, 2016

Ciao!!!



Como o inverno que parece que veio de Arendelle, Jotunheim e da Era do Gelo tudo junto já, quem não sonha com cama quentinha e um livro para relaxar?

A Harlequin Brasil divulgou os lançamentos de junho. E tem Tia Palmeirão #spoiler!!!

 

 

 
 


 






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Bacci!!!

Beta