domingo, maio 24, 2015

Ciao!!!




LIVRO BÃO!!! LIVRO MAIS QUE BÃO!!! LIVRO ÓTIMO!!!
Só não entendo porque levou VINTE ANOS para ser publicado por aqui!!!

O príncipe dos canalhas – Loretta Chase – Arquivo
(Lord of Scoundrels - 1995)
Personagens: Jessica Trent e Sebastian Leslis Guy de Ath Ballister, “Lorde Belzebu”, marquês de Dain

Ele era feio, foi abandonado pela mãe e rejeitado pelo pai. Penou em Eton até ter idade e corpo para se defender. Só então se tornou o temido Lorde Belzebu, o flagelo da honra e decência e acima de tudo da história da própria família. Vivia à parte da sociedade, sendo imoral demais para as damas honestas, rico demais para ser molestado e forte o suficiente para ser temido. Até o dia em que Jessica Trent, uma jovem de família honrada, resolveu enfrentá-lo para salvar o irmão pamonha de sua influencia nefasta. Só que Lorde Belzebu não era o tipo de levar desaforo para casa. De ninguém.

Comentários:

- Loretta Chase ganhou minha admiração por fazer um livro do jeito que eu gosto: personagens inteligentes, tramas que fogem da solução óbvia, diálogos inspirados, faz tempo que não vejo o mote “A Bela e a Fera” tão bem cuidado e desenvolvido igual aqui. Aliás, ela podia abrir um workhop para autoras experientes ou não da forma de criar personagens legais e saber o que fazer com eles sem deixar a gente morrer de tédio ou de raiva ou curar a insônia durante a leitura.

- Lorde Belzebu é um daqueles personagens tão além da superfície que você fica encantada ao perceber cada faceta dele. A primeira é a óbvia, aquele velho ditado que a beleza está nos olhos de quem vê. Afinal de contas, a descrição que fazem dele não é a típica “homem mais lindo que houve na face da Terra”. Aliás, no início, está mais para o oposto. No prólogo que nos apresenta o protagonista conta uma historia de abandono em diferentes níveis, rejeição, bullying na formação de um homem disposto a não permtir que o magoem novamente.

- E é justamente este homem qu a protagonista Jessica Trent procura em Paris, ao viajar para tentar colocar juízo no irmão abilolado que está numa vida de hedonismo e desperdício na capital francesa. A conclusão dela era óbvia: Bertram não era capaz de nada sozinho, nem de fazer mal a si mesmo. Lógico, ele estaria sob a influência de alguém. E todos fizeram questão de dizer o nome do culpado: Sebastian Ballister, marquês de Dain, o temível Lorde Belzebu.

- Os dois se conhecem em uma loja de antiquários. E desde o início, há eletricidade, há antagonismo, há desafio, há interesse. Sebastian fica impressionado por ela não agir como as outras, por não temê-lo. Jessica se surpreende por não temê-lo e até mesmo por compreender que há algo mais (afinal de contas quem teve uma avó como Geneviève está realmente preparada para a vida). A partir disso, prepare a pipoca e o guaraná (se tiver quente) ou o chocolate quente (se tiver frio) porque iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiitttt’s tiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiime, o embate vai começar.

- Todas as vezes que os dois se encontram há provocação, há desafio, há aquela coisa de gato-e-rato. Todas as vezes a autora ignorou o que eu achava (do alto de várias leituras – boas e ruins – anteriores) que iria acontecer e tomava um caminho totalmente inesperado (pra mim). Em todas as vezes eu tinha uma enorme vontade de aplaudir (o que ninguém iria entender porque a louca do ponto de ônibus está gargalhando enquanto tenta equilibrar um livro e aplaudir ao mesmo tempo). É necessário reconhecer o mérito de quem respeita os personagens – e o leitor, por tabela – ao conduzi-los numa jornada marcada por charme, elegância, desejo até chegar ao amor.

- Aparências à parte, os dois são muito parecidos. São teimosos, são personalidades fortes, são cabeçudos, são inteligentes, representam um desafio um para o outro. E começam a pegar gosto em provocar, ver como o outro vai reagir – e mesmo em surtar por isso. São lindos e apaixonantes. E perfeitos um para o outro. Só fico estressada por ter esperado tanto para ler. Vinte anos deu tempo de fazer faculdade e trabalhar pra caramba. Metade desta espera foi já com o Literatura de Mulherzinha no ar. Ah, deu tempo de ler muita ideia que não virou história, mas foi publicada assim mesmo, personagens bons desperdiçados a torto e direito. Pena que não posso dar mais detalhe. Mas só saiba isso: é muito bom, vale a pena. E se prepare pra ver gente inteligente se apaixonando e fazendo a gente se divertir muito enquanto isso.

É parte de uma série, onde os livros podem ser lidos de forma independente. Os outros personagens aparecem ao longo da jornada de Sebastian e Jessica. Agora vamos esperar os outros livros por aqui.

Série Scoundrels

1. The Lion's daughter - Esme Brentmore e Varian St. George, Lorde Edenmont
2. Captives of the night - Leila Beaumont e Conde d'Esmond
3. Lord of Scoundrels – O príncipe dos canalhas – Jessica Trent e Sebastian Leslis Guy de Ath Ballister, “Lorde Belzebu”, marquês de Dain
3.5. The Mad Earl's Bride - Gwendolyn Adams e Dorian Camoys, conde de Rawnsley
4. The last hellion - Lydia Grenville e Vere Mallory, duque de Ainswood


Bacci!!!


Beta

sábado, maio 23, 2015

Ciao!!!



Aproveitando para colocar a série Flor da Pele em dia, uma trama fofa sobre exploração dos sentidos na construção de um relacionamento. Só que aproveitando uma das metáforas do livro, como as videiras, se a raiz é fraca, é problema na certa!

Inebriante – Lori Wilde – Flor da Pele 14
(Intoxicating – 2011 – Harlequin Blaze)
Personagens: Kiara Romano e Wyatt DeSalme

Wyatt era o irmão DeSalme playboy, que vivia na Grécia e fazendo “bicos” de relações-públicas. Até ser convocado pelos irmãos mais velhos, que prometeram um lugar no vinícola da família, desde que ele se disfarçasse e espionasse uma pequena empresa familiar concorrente. A Bella Notte estava ameaçando interesses dos DeSalme e precisava ser contida a todo custo. Ao embarcar para ser estagiário na Ilha do Idílio, Wyatt bem que tentou, mas foi contaminado aos poucos pelo romance que paira no ar do local e se interessou justo pela chefe, Kiara Romano. A jovem que comandava a empresa que ele pretendia sabotar.

Comentários:

- Personagens que estão com uma missão equivocada sempre rendem drama. Ainda mais quando eles estão entre a cruz e a espada e sob o risco de ver a fachada desabar a qualquer momento. De certa forma, dá muita pena do Wyatt neste livro. Porque ele tem um desejo desesperador em ser aceito e considerado pela família. A tal ponto de, para ser incluído nos negócios da família (ao qual ele nunca teve acesso nem foi chamado para participar), aceitar ser um espião corporativo com a missão de descobrir o segredo do sucesso recente do Bella Notte e sabotá-lo.

- O que ele não contava era embarcar no clima romântico vendido, sem muito esforço, pelos Romano. A história dos amores à primeira vista que uniu casais na família reforça o clima mágico na Ilha do Idílio, onde fica a vinícola Bella Notte. E no teste, Wyatt descobre motivos para preocupação: o vinho Meia-Noite Decadente é um espetáculo degustativo. Como se isso não bastasse, ainda tinha a chefe, a sisuda Kiara Romano, que de tanto que destoa do padrão que ele conhece, desperta a atenção.

- Há um clima de sedução em todo o livro. Kiara desconfia das intenções do estagiário abusado para com ela, mas nunca para com a empresa. Ela sempre se orgulhou de ser a Romano racional, de trabalhar de forma científica, embora mantenha aspectos artesanais, em busca do equilíbrio. O Meia-Noite Decadente seria o passaporte para tirar a vinícola de dificuldades financeiras. O marco da virada seria a vitória no prêmio de Sonoma, que traria o prestígio. Mas tem alguma coisa no estagiário que mexe com as convicções de Kiara, que nunca se viu interessada em algo ou alguém diferente da meta de cuidar da família. Ela não entende a força da atração que sente por Wyatt e fica disposta a jogar suas prioridades para segundo plano.

- E ele também! Wyatt começa a reavaliar a missão à medida que encontra com os Romanos o que nunca teve. Mas a essa altura, será que ele conseguiria evitar a catástrofe? Porque não havia uma saída onde ele terminasse ganhando algo: se desistisse do plano, nunca mais teria o respeito da família; se contasse a verdade, perderia Kiara.

- O livro tem momentos mais quentes, marca da série, no entanto, há um grande espaço entre eles. A trama prioriza mais a sedução, o despertar dos sentidos, pelo paladar ou pela atração entre os dois. Considerei que a autora demorou um tanto para soltar a bomba e resolveu a encrenca um pouco rápido. No entanto, como tudo pode acontecer na ilha do Idílio, decidi colocar isso na conta da magia de Bella Notte. Talvez não agrade tanto como outros títulos, mas é um bom livro.


Bacci!!!

Beta

domingo, maio 17, 2015

Ciao!!!




Quando vi que era Nick Hornby, nem hesitei. Ele nem sabe, mas temos uma história ainda incompleta, mas de respeito e entendimento. Por isso, não posso perder o que ele lança. Escrevi este texto originalmente para o Livrólogos e a Rosana foi muito gentil e permitiu que ele também fosse publicado no Literatura de Mulherzinha. Valeu, Ro!!1

Funny Girl, romance – Nick Hornby – Companhia das Letras
(Funny Girl - 2015)
Personagens: Barbara Parker/Sophie Straw e a equipe do Barbara (e Jim)

Blackpool, 1964: Barbara era linda e tinha metas mais altas que ser a miss Blackpool, se casar com alguém e virar uma dona de casa inglesa na década de 1960. Ela queria fazer os outros rirem. Queria ser como Lucille Ball e ter o próprio programa de TV. Por isso, deu adeus ao mundo seguro e previsível e partiu para Londres disposta a tentar realizar o sonho. O improvável aconteceu, em um daquelas tramas ditadas pelo destino ou pela sorte de encontrar as pessoas certas na hora certa. E então surgiu o seriado Barbara (e Jim), quando ela já era Sophie. A vida daquele grupo – os roteiristas Tony e Bill, o co-protagonista Clive e o produtor Dennis – se tornaria o seriado e muito mais que ele.

Comentários:

- Nick Hornby narra com destreza, alegria, paixão e melancolia a jornada de um grupo de pessoas envolvidos na criação, produção e apresentação de um seriado chamado Barbara (e Jim). Barbara saiu de Blackpool disposta a ser como Lucille Ball. Deixou o nome de batismo para trás, ao se tornar Sophie Straw, e querer ser vista como além da loira bonita, mas como uma garota engraçada que faria os outros rirem. Só queria uma chance. E em uma das tentativas, chegou a um teste de elenco – para uma personagem que não tinha nada a ver com ela – para um seriado chamado O casamento é uma benção?.  Ao detalhar para os integrantes da equipe de criação e produção o que estava errado no roteiro, terminou dando ideia para uma reformulação. Então, a personagem errada se torna a certa, feita para ela. E por ironia do destino, Barbara se tornou Sophie para interpretar Barbara, que veio de Blackpool.

- O livro acompanha as quatro temporadas em que o seridado Barbara (e Jim) esteve no ar. Destaca a química da equipe, dos roteiristas Tony Holmes e Bill Gardiner, ao lado diplomata do produtor Dennis Maxwell-Bishop e da vaidade do galã Clive Richardson, sempre em busca de um reconhecimento que não vinha nunca como ele queria, e como suas vidas pessoais progrediam ou não com o andamento do seriado. O quanto a vida de cada um, dos problemas pessoais, dos medos, angústias, sensação de fracasso também daria um seriado e acaba influenciando nas histórias que eles criam. Das relações entre eles. Oficiais. Extraoficiais. Que se concretizam ou que apenas ficam no sub-texto. Tudo isso citando referências, pessoas reais, momentos da história da TV na Inglaterra – a discussão sobre comédia e entretenimento leve envolvendo um acadêmico pedante e Dennis em um programa chamado Cachimbos fumegantes é um dos pontos altos de um livro que se passa há 50 anos e em vários momentos é um tapa na cara da atualidade.

- Tudo isso com o texto característico: a ironia, o humor, o fato de não ter receio de mostrar que os personagens estão longe de serem perfeitos, a pesquisa que me remeteu ao repertório que criei sobre a década de 1960 graças a Hollywood (reconheço): as comédias de Doris Day e Rock Hudson (vistas em uma maratona de autopiedade, rosto inchado e potes de Napolitano e sopa após extrair os cizos); Quando setembro vier, com o Rock Hudson e a Gina Lollobrigida (Muito bom. Um dos meus favoritos) e depois o revival-homenagem Abaixo o Amor (que só eu gostei, reconheço. Mas tem o Ewan McGregor e eu adorei). Cita o puritanismo do “modo vigente” que não impedia outras pessoas de tentarem ser quem eram de verdade. Cita a confusão que as pessoas faziam entre personagens e vida real (e que os próprios autores e atores embarcavam às vezes). E comprova que as coisas possuem começo, meio e fim. Tudo isso mostrando que a vida passa, os momentos mudam, os interesses se alternam e as pessoas precisam saber se adaptar às oportunidades que surgem.

- Eu e o Nick Hornby temos uma história incompleta. Tenho três livros dele – Juliet Nua e Crua (único que li), Alta Fidelidade, Febre de Bola. Não me lembro do motivo pelo qual ainda não li o Alta Fidelidade. Mas o Febre de Bola ainda não li por temor de encontrar partes da minha história escrita pela vida dele. Se serve de consolo, vi as duas adaptações para o cinema, a inglesa (com o Colin Firth e uma cena na reta final que a minha irmã me disse: “Você tem que ver. É a sua cara com o Botafogo") e a americana (com o Jimmy Fallon e a Drew Barrymore. Saiu o futebol e entrou o baseball) e também vi o Um grande garoto (com o Hugh Grant). Porque ele escreve coisas que me tocam, me emocionam, me fazem rir e me deixam tristes – como uma notícia sobre o futuro de um personagem nestra trama. Mas logo em seguida, brindou com uma citação ao Ewan McGregor, o que me fez sorrir. Meio como a vida. A gente chora agora. Ri daqui a pouco. Desmonta de cansaço, explode de energia, engole a raiva, fica sem fazer nada, faz tudo ao mesmo tempo. Gostei de Funny Girl. Em vários momentos, desejei que fosse feito mesmo o seriado. Agora é esperar o próximo!


Bacci!!!

Beta 

sábado, maio 16, 2015

Ciao!!!


Vamos falar sobre patinhos feios que encontram príncipes encantados. Só que ambos precisam resolver alguns traumas do passado antes do final feliz?

A outra história desta edição é Aventura na Grécia, Abby Green

Tenda do Amor – Annie West – Harlequin 2 Histórias 182 (Noites Inesquecíveis)
(The desert king’s pregnant wife – 2008 – Mills & Boon Modern Romance)
Personagens: Maggie Lewis e Khalid Bin Shareef

A promessa de felicidade implodiu diante dos olhos de Maggie. Desorientada, caminhou debaixo de chuva, até ser resgatada literalmente por um príncipe. O sheik Khalid era visitante no haras Tallawanta, na Austrália e socorreu uma jovem obviamente em estado de choque e à beira de uma hipotermia. Os dois se envolvem, passam a noite juntos e ela some durante a madrugada e ele tem uma emergência e precisa voltar para casa na manhã seguinte. Meses depois, Maggie é incumbida de acompanhar dois cavalos à Shajehar e descobre que não só está grávida como está a caminho de se casar com o novo rei. E estava certa de que poderia aguentar um casamento por conveniência pelo bebê...

Comentários.

- Imagina que você acaba de se decepcionar profundamente com uma pessoa. Imagina que você sai totalmente sem rumo pela rua andando na chuva no interior da Austrália. Neste momento de total falta de esperança você termina resgatada por um príncipe. Nas horas seguintes, ele te ajuda e te consola e quando você percebe, está disposta a avançar o sinal por uma noite se sentindo amada. E que consegue a melhor noite da sua vida, que, por algumas horas, abalam todas as suas convicções pessoais sobre ser um ser merecedor de amor e se enxergar como mulher desejável e bonita.

- Pois é, Maggie teve isso. Abandonada pela mãe – que foi embora levando a irmã e a deixou para trás ainda criança - criada por um pai que a culpava por não ser o filho que tanto quis, teve que sufocar o próprio reconhecimento de ser uma garota, buscando uma invisibilidade que por pouco não a cegou sobre si mesma. Achou que tinha encontrado um caminho ao atrair a atenção de Marcus, até descobrir que o noivo não a queria. No entanto, o sheik Khalid age como príncipe encantado, resgata a moça com autoestima destroçada, cuida dela e tenta ser um cavalheiro, mas ela toma a iniciativa de, pelo menos uma vez na vida, desfrutar ser desejada e se sentir feliz com isso.

- Claro que a consciência pesa e ela cai fora. Ele se sente abandonado, mas é chamado de volta para casa e, momentaneamente, não pode tomar nenhuma atitude a respeito. Mas temos um sheik que quer mais, por isso, óbvio que ele dará o jeito que é óbvio: levá-la para o país dele. Só que o destino resolve surpreendê-los novamente e ambos descobrem de forma inesperada que ela está grávida. O casamento se torna a solução porque, como os dois vieram de famílias complicadas, não desejam o mesmo para o bebê a caminho.

- Nossa, mas você vai contar o livro inteiro? Nops, esse é o resumo da primeira parte do livro. A autora dedicou bom tempo a mostrar a construção do relacionamento deles, após o início na noite de tempestade climática e emocional. Dedicou um tempo a detalhar (houve momentos que tive vontade de gritar “OK, EU ENTENDI!!!”) as razões do profundo complexo de patinho feio da Maggie e, claro, que isso não seria superado de uma hora para outra (embora me estresse ela quase não ter dado voto de confiança ao marido. Se ainda fosse algum dos sheiks virados no capeta que já foram publicados, mas não, esse vale a pena) e aos poucos nos apresenta as razões do medo do sheik Khalid. Apesar de que ele pensa uma coisa, sente outra e age completamente diferente. Meu entendimento do livro é que ela mal interpreta todas as razões dele com base no próprio trauma pessoal. Aí ambos tentam se proteger do sofrimento sem magoar o outro e adivinham o que acabam fazendo? Infelizmente, para ambos, será uma jornada demorada, para que eles superem os próprios receios e possam se amar...

- Resumindo: patinho feio encontra príncipe encantado traumatizado. Os dois passam mais tempo remexendo nas próprias feridas que dizendo o que realmente gostariam de dizer um ao outro. Teremos muitas confusões, fica um pouco repetitivo, mesmo assim ainda é uma boa história, até o final feliz. E vocês estão lendo isso de uma pessoa que não tem os sheiks em alta conta. Mas já estava me estressando Maggie não perceber como valia a pena lutar por Khalid e finalmente construir uma história feliz.

- A trama da mãe e da irmã de Maggie fica em aberto. Imaginei que houvesse outro livro, falando sobre Cassie, mas ainda não achei indicação disso. Ficarei atenta.


Bacci!!!

Beta
Ciao!!!!


Espaço para um pedido de desculpas do tamanho do Maracanã...
... Eu não vi o e-mail da Flavinha para o #LdM10anos ...
(Gmail, vamos ter uma conversinha séria, muito séria, séria demais)
E só descobri isso ontem porque ela me falou. Achei que não tinha recebido e o Gmail convertido em antagonista mala sem alça resolveu esconder em outro lugar...
Agora antes de ir ali enviar a cara em um buraco de tanta vergonha, vou publicar na comemoração especial de 10 anos e 1 mês :D
Desculpa, Flavinha!!!!!
(amei a mensagem, muito linda, muito obrigada!!!

***



A Comunidade Adoro Romances no Orkut me fez conhecer pessoas que, assim como eu, eram apaixonadas por romances. Lá compartilhávamos nossas leituras e opiniões. Foi assim que conheci a Beta e o blog Literatura de Mulherzinha. Comecei a visitar o blog em busca de dicas de livros e no final, ele serviu de inspiração para criar meu próprio blog!
Foi assim que criei, junto com a Carol, o blog Mulheres Românticas. 
Então, a Beta é madrinha do blog!


E tenho certeza que a ideia dela de um blog literário, quando não haviam tantos como agora, com uma linguagem tão divertida e dinâmica serviu e inspiração para muitos blogs que hoje estão aí.
O Literatura de Mulherzinha sempre fará parte da história das românticas.


Parabéns, Beta pelos DEZ anos de sucesso.
E que possamos nos encontrar mais vezes por aí!
Xero!