domingo, julho 27, 2014

Ciao!!!




Mais um provável candidato a aparecer na minha lista de melhores do ano. Gosto de histórias simples que não precisam inventar moda para nos emocionar.
E que ainda serve de alerta sobre o quanto a gente se perde nos caminhos da vida.

A lista de Brett – Lori Nelson Spielman – Verus
(The Life List - 2013)
Personagens: Brett Bohlinger

A vida de Brett não estava fácil, a mãe com quem ela tinha uma ligação incrível morreu. Além da dor do luto, o choque de descobrir que a mãe deixou tudo planejado para o próximo ano. Brett teria que cumprir os sonhos que escrevera em uma lista quando tinha 14 anos. Sem entender os planos da mãe, que a afastou de tudo que era seguro e a forçou em uma jornada nada fácil atrás de quem ela era e quem queria ser de verdade.

Comentários:

- Comecei a ler este livro às 7 da noite, quando cheguei do trabalho. Acabei às 11h30, mesmo assim porque fiz umas pausas para lanchar, para voltar a sentir a circulação nas pernas (sim, gente que começa lendo na postura correta e termina testando a flexibilidade do corpo em formas absurdas) e parei para ver O Rebu (se não estão vendo, assistam. É bom demais).

- Elizabeth Bohlinger morreu muito nova. Todo o sofrimento e luta foi acompanhado pela filha, Brett, a caçula dos três filhos e a única menina. A dona de uma empresa de cosméticos deixou uma herança enorme aos filhos e uma missão para a filha: parar de se esconder atrás de uma vida confortável e em busca de uma aceitação desnecessária e ser quem sempre quis. Para isso, a mãe estipulou que ela completasse uma lista de 20 sonhos que escreveu quando era uma adolescente. E faltavam 10 metas para cumprir. Mesmo as mais simples agora soavam estranhas, como se ela fosse obrigada a escalar o Everest ou salvar o mundo de uma invasão alienígena. Só que se quiser receber a herança, terá que cumprir uma por mês até 13 de setembro do ano seguinte. E tem algumas metas idealizadas pela Brett adolescente que soam impossíveis para a Brett adulta, confusa e insegura nesta maré onde tudo é incerto.

- Em alguns momentos você se compadece de Brett, porque resgatar laços perdidos, estabelecer o perdão consigo mesma, entender e enfrentar os piores medos não são moleza. Ah, lidar com fracassos e decepções também não. E especialmente desapegar de hábitos (o que inclui pessoas) que estão ali por costume e conformismo. A autora conseguiu fazer essa jornada sem despencar no drama e tendo momentos de leveza e sorrisos, sem ser piegas. Além de trazer alguns caminhos inesperados à jornada de Brett. Isso foi capaz de prender a minha atenção e me fez ler até o fim, porque não aguentaria dormir curiosa.

- Ah, claro, me fez lembrar que realizei alguns sonhos de quando era adolescente. Mas tem um, justamente o #1 da lista que ainda não saiu do papel. Mas sairá. Com certeza, sairá.

- Links: Goodreads autoralivro; uma entrevista com a autora; notícia de que o livro pode virar filme (se fosse há alguns anos, eu escalaria a Sandra Bullock para o papel de Brett sem pensar duas vezes!!!); site da autora

Bacci!!!


Beta

sábado, julho 26, 2014

Ciao!!!



Índia é um país importante na história do Literatura de Mulherzinha. Afinal de contas, o primeiro romance que li tinha uma trama entre uma jovem meio inglesa e meio indiana – Ilusões de Amor (sim, merece um post decente. Pretendo turbiná-lo no futuro). E se não tivesse gostado, não haveria blogueira surtada hoje.
Índia também me lembra outra coisa... Mas vamos deixar para depois, né?

Joia proibida da Índia – Louise Allen – Harlequin Históricos 146
(Forbidden jewel of India – 2013 – Mills & Boon Historical Romance)
Personagens: Anusha Laurens e major Nicholas Herriard

Anusha vivia protegida, como a sobrinha do rajá no Rajastão. Até que um militar inglês apareceu no palácio e mudou os rumos da vida dela. O major Herriard veio buscá-la para voltar a morar com o pai, que expulsou a mãe e ela da casa em Calcutá. E o cerco de um marajá não só antecipou os planos como tornou a viagem ainda mais perigosa. Anusha não queria voltar para o pai que a rejeitou e a forçaria a viver como uma inglesa, mas dependia da perícia do inglês para chegar ao fim da viagem e, quem sabe, fugir para ser livre. No entanto, muitas aventuras no caminho aproximam a princesa mestiça e o guardião inglês, desafiando os planos dela e a honra dele...

Comentários:

- Anusha era a única filha de mãe indiana e pai inglês, que não eram casados. Elas foram expulsas da casa e da vida dele, quando a esposa legítima chegou à índia para ficar. De volta à família materna, Anusha foi criada como a princesa que era até ser confrontada com a herança inglesa, quando o pai enviou uma escolta para levá-la de volta. E um marajá rejeitado como pretendente agravou a situação, fazendo com que a viagem começasse de uma forma não muito convencional. Ah, e o fato de ela não confiar no “angrezi” que tanto a fascinava, mas foi grosseiro com ela em várias oportunidades.

- Nicholas era o filho sem perspectiva de uma família nobre e que terminou enviado, pelo próprio pai, para a Índia, onde encontrou carinho e uma família adotiva com os Laurens. Ao ser enviado para buscar a filha de seu protetor, não pensou duas vezes. Mas não esperava encontrar uma jovem voluntariosa e inteligente, totalmente diferente das mulheres que conheceu e com um desejo incompatível com a vida que a esperava: liberdade. Os projetos do pai para ela incluíam torná-la uma dama inglesa e casá-la com um homem respeitável. Ao longo da jornada, com os perigos, as discórdias e a necessidade de se manterem juntos para chegarem ao destino, Nicholas vai se encantando por Anusha e percebendo que o casamento acabaria com ela. No entanto, o pai nunca a daria a um cavaleiro que atuava como diplomata para a Companhia das Índias e que já carregava a experiência de um casamento traumático.

- É bonito ver como um passa a se preocupar com o outro, como Anusha, educada de forma diferente das protegidas jovens inglesas, sabe que sente desejo por Nick e entende que isso não é algo ruim. Ela acredita poder experimentar com ele porque não quer ter um marido. A gente acompanha o choque de realidade que ela sofre. Eu fiquei feliz por ver como a autora tratou a situação dela com o pai. Ele tinha planejado um futuro imaginando que seria como se Anusha tivesse uma chave de “liga/desliga” diante dos dois mundos ao qual pertence (apesar de sentir que não pertence verdadeiramente a nenhum deles, por ser uma lembrança viva da parte que falta, independente de onde esteja), mas não foi por mal, foi por considerar que seria o melhor para ela. Gostei de perceber que eles tiveram um intermediário para falar sobre os sentimentos (embora eu entenda Anusha perfeitamente em todas as reticências que ela sente contra o pai, porque é impossível confiar em quem abandona e magoa a gente).

- É um livro muito bonito e gostoso de ler. A autora teve cuidado na descrição do ambiente, já que a jornada de Anusha e Nicholas é uma personagem ativa na história, forçando ambos a interagirem e se aproximarem. A gente entende os motivos de cada um e se preocupa com eles. E olha que nem todo livro está conseguindo isso de mim ultimamente. Dei uma pesquisada e descobri que é o primeiro de uma dupla de histórias batizada pela autora de Os Herriards.

1. Forbidden jewel of India  Joia proibida da Índia – Anusha Laurens e major Nicholas Herriard
2. Tarnished amongst the Ton  ainda não lançado no Brasil  Phyllida Hurst e Ashe Herriard, Viscount Clere (PÕE NA LISTA, HARLEQUIN. QUERO LER!!!).

- Links: Goodreads autora, livro e série; site da autora com página para o livro; outros livros da autora no Literatura de Mulherzinha.

Bacci!!!

Beta

Ps.: Como disse no post sobre os lançamentos de julho da Harlequin Brasil, achou que não teria dancinha, né? Are baba!

sexta-feira, julho 25, 2014

Ciao!


Bem, a quinta-feira foi marcada por várias notícias, algumas boas, outras trágicas, outras ruins. E uma que entre as leitoras, fãs e, até quem não sabia, ficou sabendo: o lançamento oficial do trailer do filme 50 Tons de Cinza.

Isso motivou o pedido de um grupo de insanas, como disse no Facebook, para que eu, uma notória não-admiradora da trilogia, falasse sobre o trailer. Então decidi ponderar sobre o abacaxi tamanho Júpiter que é levar esta série para o cinema. Afinal de contas, após todo aquele fuzuê internacional, não faltam admiradoras da jornada do Sr. Grey, incluindo quem apenas ouviu falar o que acontece na trilogia. E aí entra o problema: agradar a esse público para que vejam o filme, voltem e recomendem.

Uma pausa: eu entendo as fãs da série. Afinal de contas, passei por isso com algumas adaptações envolvendo Os Três Mosqueteiros e quando resolveram adaptar Harry Potter para o cinema. Fiquei MUITO decepcionada com os dois primeiros filmes. Estavam longe do que eu (e a maioria dos leitores) havia imaginado. Até que as forças superiores enviaram a salvação que atende pelo nome e talento de Alfonso Cuarón, que entendeu que cinema e literatura dialogam, mas são suportes diferentes que exigem adaptações. Sem contar que, por melhor que seja o filme, o fã do livro sempre vai encontrar alguma ressalva, algum defeito, alguma insatisfação (pergunte aos conhecedores de Jane Austen e Tolkien sobre as adaptações das obras e aguarde a resposta, pode demorar, mas vai aparecer um “mas...”).

Ou seja, não há como dar conta da expectativa de todos – ainda mais atendê-la 100%. Pesquise Matt Bomer no twitter nos últimos dias. Ao invés de comentários sobre a reta final de gravações de White Collar ou ainda a repercussão sobre The Normal Heart, a maior parte dos comentários se refere aos contras/e partidários da escalação dele como Sr. Grey e da Alexis Bledel como a Anastasia. Nem preciso dizer que algo semelhante acontece quando se pesquisa Ian Somerhalder, né (junto com quem pode ser a próxima namorada dele)? Comentei com algumas pessoas que tinha pena do Jamie Dornan. Vai ter que aturar cada pergunta e comentário por causa do papel... (Não, Elis, não vi a entrevista no programa gringo. Meu "eu jornalista" me proibiu, após dias muito estressantes). Espero que ele tenha muita paciência. O imaginário coletivo exige uma coisa impossível de se alcançar. Às frustradas, permitam-me um “consolo” que não consola muito, mas é real: sempre pode ser pior, tipo Ben Affleck ser escalado para o Batman (não, nem pela interseção de Jared Leto em pessoa conseguirei lidar racionalmente com isso).

E eu ainda faço outra ressalva – esta de quem leu a série (eis os posts: 50 Tons de Cinza, 50 Tons mais escuros e 50 Tons de Liberdade). Resumindo o que disse: o livro é mal escrito e a autora não teve competência de levar o personagem na jornada que ele merecia, ao tratá-lo como uma pessoa cujos gostos pessoais mereciam “pena”, “condescendência” e precisavam de “cura” e brindá-lo com uma paixão/obsessão/amor pela mais parva das representantes do sexo feminino (depois falo mais sobre a criatura), que entra na dele, sem sentir vontade, apenas para agradá-lo, mas querendo modificá-lo para algo “normal”. O potencial do Sr. Grey era muito bom, era para ser um personagem disputado a tapa pelas possibilidades que oferece ao intérprete. Pergunte a um ator (bem, vamos considerar ator aqueles que se esforçam e estudam para merecer a profissão, não o bando de deslumbrado que se acha só porque aparece na tv ou no cinema) se ele recusaria um personagem que por trás de uma fachada atraente e poderosa é um mergulho a um lado negro, desconhecido e complexo? Então, a autora não soube desenvolvê-lo e no final eu já não sabia se queria bater na criatura, um poço sem fim de insegurança, mimos e pitis ou na criadora, que implodiu um bom personagem ou nos dois, que cansaram a beleza que não tenho. O macho alfa dominante virou “Biscoito Globo”, usando a metáfora que aprendi com a Andrea (muito melhor que a minha comparação com paçoca).  Por isso, ele não entrou entre os meus favoritos na lista de Piriguetagem Literária de 2012 e 2013, para surpresa de algumas visitantes do blog. Com esta escorpiana, nada deste Sr. Cinza - o que ele poderia ter sido, talvez me interessasse. Mas infelizmente, neste caso, "talvez" não existiu nem vai existir.

Sobre a Anastasia, eu parto do princípio que a ideia da autora era criar uma protagonista feminina com a qual as leitoras desejassem se identificar. Pois é, “Houston we have a problem”. Eu não consegui me identificar com uma criatura que passa 3 livros, mais de 600 páginas no seguinte dilema:

“Uau, ele é lindo. E poderoso. E sensual. Não consigo parar de pensar nele”.
“Ele me quer!”
“Ele me quer????????”
“Ele me quer...”
“Por que ele me quer?!?!?!”
“Não faz sentido ele me querer?”
“Não estou à altura dele!”
“ELE ME QUER!!!!!!”
“Ele me quer, mesmo????”

... Quem merece isso, gente?

Como se não bastasse, a parva é a mais pura das criaturas na face da terra. Mais um caso clássico de autora que confunde inocência com burrice e virgindade com leseira. Do tipo que cairia em todos os golpes do mundo, correria de braços abertos para o assassino, corta o fio errado, bebe veneno achando que é kissuco... Estamos em um mundo onde você praticamente tropeça nas informações, não é possível levar a sério essa criatura. Lá pelas tantas, você começa a acreditar que o Sr. Grey precisa benzer, porque uma mulher assim não é amor, é castigo por carma desta vida e de todas as vidas passadas. 

E me permitam não entrar no mérito da descrição do BDSM citado no livro. Realmente não tenho repertório para julgar, porque não tenho o costume de ler histórias deste estilo. Neste caso, sou obrigada a repetir o que ouvi de outras pessoas com mais bagagem neste tipo de leitura: 50 Tons não traz nem sombra do BDSM. Ou seja, a autora teria feito uma mistureba superficial e, para sorte dela, muita gente gostou. E os que não gostaram e leram mesmo assim, ficaram com uma história repetitiva em três partes, esticada até Jó perder a famosa paciência dele. 

Espero que os roteiristas façam o melhor que puderem com essa matéria-prima que não me inspira a menor confiança. Partindo disso, o trailer ficou muito bem feito, em cima do melhor resumo possível para a história. Dakota está a cara da tontice da Anachata e o Jamie faz o melhor que pode com o poderoso Sr. Cinza. Sem contar que nunca é demais olhar homem bonito em alta definição, né?

Ah, se eu vou ao cinema ver o filme? Não está na minha meta. Se eu nunca vou ver o filme? Bem, pra isso existe as famigeradas reprises dos canais por assinatura - ele vai entrar no meu caminho, com certeza. Mas não é prioridade. Se for pra ver um filme sem história, prefiro ver Magic Mike de novo (sim, é uma decepção em se tratando de Steven Sodenberg na direção, mas a performance dos moços bonitos no palco compensa... E também vai ter sequência, então, não me vejo no prejuízo).

E para quem não viu, eis o trailer.


Bacci!!!

Beta 

quinta-feira, julho 24, 2014

Ciao!!!

Olha ele aqui de novo: sorteio!!!


E para felicidade de todo mundo, serão 3 livros de uma edição dupla da Harlequin Special - Em Busca do Amor, da Shirley Jump!

Quer participar?
Como participar? Simples!!!

Residir no Brasil.
Preencher o formulário abaixo corretamente.

Atenção: você é obrigado a fazer apenas UMA das solicitações do formulário para se inscrever: seguir o Literatura de Mulherzinha. As demais solicitações dão cupons extras para ter mais chance de ganhar, mas se você não quiser fazer as outras ações não há problema. 

a Rafflecopter giveaway


Reforçando que:

* O concurso é recreativo, não estando vinculado a marcas, compras e vendas de serviços.
* O sorteio será válido até 02/08.
* O resultado será divulgado no blog e nas redes sociais no dia 03/08.
* O contato com os ganhadores será feito via e-mail.
* Se o sorteado não tiver seguido todas as regras ou o vencedor não entrar em contato dentro de dois dias após o contato via e-mail, novo sorteio será realizado.
* As despesas de envio são por conta e responsabilidade do blog, que tem o prazo de um mês para enviá-los após o resultado do sorteio.
* Regras sujeitas a alterações sem aviso prévio!

Bacci!!!

Beta

terça-feira, julho 22, 2014

Ciao!!!


Mês de férias (para alguns), ressaca da Copa (para muitos) e começou o segundo semestre (óia o ano voando!!!). O Grupo Editorial Record divulgou os lançamentos para julho. Escolhi os que mais me atraíram para este post. Vejam só!!!

Amor até debaixo d'água, de Torre DeRoche 
Torre DeRoche é uma mulher urbana e independente e está muito bem sozinha. Mas, quando conhece um belo argentino em um bar em San Francisco, se sente imediatamente atraída e acaba se apaixonando. Só há um problema: em breve ele vai partir numa viagem de barco ao redor do mundo, e Torre tem pavor do mar. Agora ela precisa tomar uma difícil decisão: ver o amor de sua vida ir embora sozinho para sempre ou se juntar a ele nessa jornada emocionante. Determinada a ficar com o homem dos seus sonhos, ela abre mão de sua agitada vida na cidade, encara o medo da água e embarca com ele em uma viagem de um ano pelo mar. E, no meio do oceano Pacífico, ela terá de lutar para salvar um barco velho, esse novo amor e a própria sanidade.



Fama & Loucura, de Neil Strauss
228 ENTREVISTAS CENSURADAS COM OS MAIORES ARTISTAS DO PLANETA
Em Fama & Loucura, Neil Strauss (que já trabalhou por mais de vinte anos em algumas das maiores publicações do mundo — como o jornal The New York Times e a revista Rolling Stone) revela 228 entrevistas com alguns dos maiores nomes da música, do cinema e da TV que nunca chegaram a ser publicadas, mostrando os momentos mais insanos e as experiências mais incomuns que já teve com pessoas famosas. Acompanhe as aventuras do autor, enquanto ele bebe com Bruce Springsteen, janta com Gwen Stefani, entra na mesma banheira que Marilyn Manson, fala sobre fama com David Bowie e muito mais.

O bom prefeito, de Andrew Nicoll
UMA FÁBULA SOBRE OS DESCAMINHOS E AS INCERTEZAS DE QUEM BUSCA A FELICIDADE ATRAVÉS DO AMOR
Em um tempo incerto, em algum lugar ao norte do mar Báltico, a pequena cidade de Ponto é governada por Tibo Krovic, o bom prefeito. Admirado por todos, capaz de se desdobrar em incontáveis funções, esse governante impecável só não consegue administrar seus sentimentos pela bela e infeliz Agathe Stopak. Entre avanços e adiamentos, impulsos e hesitações, erros, acertos e acontecimentos mágicos, esses dois personagens trilharão os caminhos tortuosos que podem nos conduzir ou nos afastar do amor e de quem na verdade somos. Narrada por Walpurnia, a santa barbuda padroeira do lugar, esta é uma fábula sobre escolhas numa terra longínqua, que poderia ser aqui e agora.

Quase casados, de Jane Costello

Para Zoe Moore, o dia de seu casamento foi o mais marcante de sua vida. Ou melhor, o dia em que deveria ter se casado, mas em vez disso, foi largada no altar após sete anos de namoro. Arrasada e disposta a se recuperar, ela decide se mudar de Liverpool para os Estados Unidos e trabalhar como babá. Ao chegar em Boston, ela se depara com a esperta Ruby, prestes a completar 6 anos, o adorável Samuel, que acaba de fazer 3, e o pai deles, Ryan Miller. Seu novo chefe, além de fazer uma bagunça sem precedentes e de ter um mau humor imbatível, é incrivelmente bonito. Depois de um começo um tanto decepcionante, Zoe e Ryan começam a se entender, mas ela está prestes a descobrir que recomeços podem ser mais difíceis do que esperava. 
 
The Rolling Stones: a biografia definitiva, de Christopher Sandford

A HISTÓRIA POR TRÁS DE UMA DAS MAIORES BANDAS DE ROCK DO MUNDO
Nesta biografia, Christopher Sandford narra o drama que norteou a história dos Rolling Stones, desde sua improvável formação até o escrutínio dos episódios mais polêmicos da carreira da banda. O autor entrevistou nos últimos anos as pessoas mais próximas dos biografados – familiares (incluindo os pais de Mick), fãs e contemporâneos – e verificou até mesmo as fichas deles no FBI. Uma abordagem inédita, The Rolling Stones analisa como a mistura de talento, oportunismo, sorte, autodestruição, drogas, sexo e outros excessos fizeram dos Stones quem eles são.

Este são os meus destaques entre os lançamentos. Bateu curiosidade em saber mais sobre os outros? Visite o facebooko instagram e o site da editora, além de segui-los no Twitter!!!


Bacci!!!

Beta