sábado, novembro 25, 2017

Ciao!




Quem me acompanha nas redes sociais sabe que eu gosto muito dos filmes da Marvel. No entanto, nunca escondi de ninguém que meu herói favorito é da DC – Batman. Por isso, confesso que tudo que não sei muito sobre a Mulher-Maravilha e aprender mais sobre a personagem.

Mulher-Maravilha: Sementes da Guerra - Leigh Bardugo – Arqueiro (Lendas da DC 1)
(Wonder Woman: Warbringer - 2017)
Personagens: Diana de Temiscira e Alia Keralis

Única amazona não testada em combate, a princesa de Temiscira Diana se ressentia disso e sabia que nunca seria respeitada como uma igual pelas outras amazonas. Até que salvou uma adolescente de um naufrágio e descobriu que levou para a sua terra natal uma Semente da Guerra, que precedia uma era de conflitos. A alternativa seria levá-la ao local onde poderiam purificá-la, em Esparta. Só que as coisas não saem como Diana imaginou, ela se vê correndo contra o tempo no mundo dos homens para evitar o pior.

Comentários:

- Bem, nunca tive uma grande ligação com a Mulher-Maravilha, porque minha fascinação era pelo Batman (e depois, por causa do filme com a Michelle Pfeiffer, pela Mulher-Gato). Por isso, só neste ano, com o filme, foi que me dei conta da importância dela para formar uma mulher mais consciente da sua própria força. Diana é a prova que ser feminina não significa ser frágil. Ela não precisa ser salva por ninguém. Ela pode salvar o mundo porque é o certo a ser feito.
– Irmã na batalha, sou seu escudo e sua lâmina. Enquanto respiro, seus inimigos não têm refúgio. Enquanto vivo, sua causa é a minha causa.  
- Ela estava na própria jornada de afirmação quando viu um naufrágio e percebeu que poderia salvar alguém. A única sobrevivente foi Alia, uma adolescente que, depois, Diana descobriu ser uma Semente da Guerra – destinada a desencadear conflito na humanidade. A opção mais viável seria matá-la ou purificá-la no local destinado à primeira da linhagem, nada mais nada menos que Helena de Troia. Para isso, sem avisar a ninguém, Diana assume a missão de tirar a jovem de Temiscira e levá-la para Esparta. Seria um plano simples, se, claro, não houvesse saído de controle desde o início.

- Longe de casa, sem nunca ter saído da ilha lar das amazonas, Diana se encontra no mundo dos homens. Gostei muito de ela ter conhecimento de como era o mundo externo, mesmo sem ter visitado. Isolamento neste caso não significava ignorância. Diana chama a atenção por ser quem é e pelas habilidades que demonstra. Ao lado do irmão e de dois amigos de Alia, assumem a missão – e tentam escapar o tempo todo de quem pretende impedi-los a todo custo.

- Foi o primeiro livro que leio da autora e confesso que estranhei um pouco no início o estilo dela de contar história. Estava achando até um pouco arrastado, mas depois que engrenou e ganhou o tom de urgência, ficou mais interessante. Gostei da pesquisa dela sobre as amazonas (conhecia um pouco e achei interessante entender a dinâmica entre elas) e as referências não só a mitologia grega, como a divindades de outras mitologias e religiões. Foi um bom ponto de partida para a série. Agora estou esperando os próximos, porque vem por aí personagem favorito e, em seguida, autora que gosto (apesar de ter me dado uma senhora rasteira no último livro). Vamos aguardar!

Lendas da DC (DC Icons)
Mulher-Maravilha: Sementes da Guerra - Wonder Woman: Warbringer – Leigh Bardugo
Batman - Batman: Nightwalker – Marie Lu
Mulher-Gato - Catwoman: Soulstealer – Sarah J. Maas
Superman - Superman – Matt de La Pena


Bacci!!!


Beta

quarta-feira, novembro 22, 2017

Ciao!
ALERTAPROMOÇÃO!!!! Os livros da autora Flávia Cunha fazem parte de uma seleção especial de e-books da Black Friday da Amazon.com.br!!! Até dia 27 de novembro eles custam apenas R$1,99 Corre lá!!!!










ps.: E tem mais promoção: confere o precinho camarada de Segredos de um coração Indomável!


Saiba tudo sobre essas e outras novidades!


Beta

domingo, novembro 19, 2017

Ciao!!!



E a saga de Mia está quase acabando (ouço um amém?). Mês de novidades, gratidão e uma pulga atrás da orelha para a nossa protagonista.

A Garota do Calendário: Novembro – Audrey Carlan – Verus
(Calendar Girl: November – 2015)
Personagem: Mia Saunders

Mia e Wes vão para Nova York gravarem entrevista com os amigos dela Mason e Anton para o quadro dela na TV. Em meio ao encantamento com o inverno e a neve, Mia percebe algumas coisas que a deixam preocupada sobre Wes. Novembro será um mês com muita família e repleto de surpresas para a protagonista – rumo ao desfecho do ano mais pesado e surpreendente da vida dela.

Comentários:

- Por ser uma história curta, fica até difícil falar alguma coisa sem dar spoiler. Basicamente temos dois cenários neste livro: Nova York, onde ela entrevista os ex-clientes e atual amigos. Tem que lidar com um Wes surpreendentemente ciumento. No mês da Ação de Graças, o mais impotante feriado nos EUA, ela quer saber pelo que as pessoas são gratas. E acaba se surpreendendo com algumas respostas – e com outras coisas a respeito do próprio futuro. São surpresas boas, mas que ela precisa de tempo para absorver.

- E depois ela vive uma experiência importante: jantar de ação de graças no Texas. Serve para estabelecer e reforçar laços, entender o novo contexto da vida dela e da irmã após todas as reviravoltas, provações e surpresas deste ano. Claro que haverá mais novidades para a família e todos terão que lidar com isso.

- Ao longo de toda a trajetória de Mia, um ponto sempre me preocupou – relativo à história pessoal dela e que passou a ser abordado a partir de agosto – porque eu temia que a série acabaria sem ser esclarecido. No entanto, fiquei com a sensação de que minha curiosidade será resolvida em dezembro. Estou suspeitando que o ano mais intenso (e, de certa forma, repetitivo – porque invariavelmente a protagonista passava pelas mesmas situações, de cunho sexual, conforme desejava o então cliente ou quando decidiu ficar com Wes) de Mia não vai acabar sem um reencontro que não sei se ela (e os parentes próximos) estão prontos para enfrentar. Desculpa pela ausência de detalhes, mas mais que isso fica difícil de falar.

- As cenas eróticas e sexuais estão lá (afinal a série é conhecida por isso). Ginelle aparece aparentando ser em franca recuperação do trauma enfrentado em setembro. É leitura rápida, uma boa opção de intervalo entre outros estilos (usei como descanso entre dois romances). E vida que segue – as dos personagens e as nossas!

A garota do calendário
1 – January – Janeiro: Weston Charles Channing III
2 – February – Fevereiro: Alec Dubois
3 – March – Março: Anthony Fasano
4 – April – Abril: Mason Murphy
5 – May – Maio: Tai Niko
6 – June – Junho: Warren Shipley
7 – July – Julho: Anton Santiago
8 – August – Agosto: Maxwell Cunningham
9 – 
September – Setembro
10 – October – Outubro
11 – November – Novembro
12 – December - Dezembro


Bacci!!!

Beta

sábado, novembro 18, 2017

Ciao!!!



Demorou um pouco mais que eu previa, mas finalmente consegui tempo para sentar e descobrir em qual encrenca Dan Brown colocou o professor Robert Langdon desta vez.
E caramba, Dan Brown!!!

Origem – Dan Brown – Editora Arqueiro
(Origin - 2017)
Personagem: Robert Langdon encrencado de novo!

Robert Langdon estava em Bilbao para presenciar o anúncio de Edmond Kirsch, um ex-aluno, que prometia revolucionar a forma das pessoas encararem tudo. A promessa era responder aos dois maiores questionamentos da humanidade: de onde viemos e para onde vamos. O problema é que ele foi morto ao vivo pouco antes de fazer o temido anúncio. Agora Robert, a diretora do Museu Guggenheim de Bilbao, Ambra Vidal e Winston, o secretário de Kirsch, correm contra o tempo para descobrir quem matou o futurólogo para impedir a revelação dele e tentar não se tornar alvo no caminho.

Comentários:

- Bem, como já disse, basta saber que tem livro do Robert Langdon a caminho que já fico toda empolgada. Comentei isso no post sobre #VemAí e também sobre a pré-venda. E depois de passar boa parte do dia quebrando a cabeça com a mais recente encrenca onde o professor Langdon se envolve, tenho algumas considerações.

-  Como eu gosto muito do professor, li todos os livros e vi os filmes. Cheguei a uma conclusão: não convido ele nem pra festa de aniversário. O homem não pode sair de casa que se mete em problemas (isso vale para os pontos de partida de Inferno, Código da Vinci e Origem – em Anjos & Demônios a confusão vai atrás dele em Harvard e confesso que não me lembro do início de O símbolo perdido) alheios que podem causar grande impacto na humanidade. Aqui o autor acrescenta a isso a ligação dele com um ex-aluno genial que é morto na frente de uma enorme plateia real e virtual (o evento era transmitido pela internet). Além da curiosidade em saber o que de tão grave ele falaria para ser assassinado desta forma, Langdon se vê arrastado para a confusão para ajudar a esclarecer quem seriam o mandante e o executor.

- Sem soltar spoiler, Dan Brown faz uma mistura usando elementos de ciência (confesso que não tenho o menor parâmetro para saber o quanto real são as citações que ele faz), religião, política, poder, fanatismo, tecnologia, fé, teorias da conspiração... Como sempre, interrompe os capítulos e nos leva para outros locais e personagens (mas como fiquei escolada com isso em O símbolo perdido, até que não me estressou tanto. Aliás, teve momentos em que eu preferia saber o que estava acontecendo com outros personagens do que com quem comandava a narrativa no momento). Vamos ter o momento Robert-passa-sufoco. Os códigos que só fazem sentido depois que alguém explica (sim, sou lesa a esse ponto). Os fãs das menções artísticas não precisam se desesperar. Afinal de contas, o palco principal do livro é a Espanha e o livro começa em um Museu – claro que citações a grandes nomes da arte espanhola vão aparecer ao longo da trama. Aliás, a história também é sem fronteiras. Robert e Ambra passam por Bilbao e Barcelona (preciso dizer que ele escolheu duas regiões que sonham com a autonomia do governo central. Quem acompanhou o noticiário recentemente, viu a crise política envolvendo a Catalunha). Outra parte da trama se desenrola em Madri. E há cenas em Sevilha, no Oriente Médio e na Bulgária.

- Sobre Ambra, quanto menos você souber antes de começar a ler, melhor. Ela não será a habitual companheira de Robert e fiquei feliz em perceber que não tinha razão para existir qualquer faísca romântica entre eles (sim, ainda lamento ele não ter ficado com a Vittoria, mas Dan Brown disse que não há espaço para romance na vida do professor-que-sempre-corre-contra-o-tempo-para-salvar-o-mundo). No entanto, ela tem um arco bem interessante, em meio a uma crise profissional sem precedentes, enquanto enfrentava dúvidas e dilemas pessoais bem fortes.

- Confesso que desconfiei de algo que é revelado no final, embora nunca iria adivinhar o teor da tão falada revelação de Kirsch. No entanto, o que mais me marcou foi outra revelação feita a um personagem, entremeada em dois ou três capítulos durante o desfecho. Por aquilo eu realmente não esperava (e olha que estou acostumada a esperar os momentos “AH, TÁ!”, mas esse foi mais pra “Hein?! Eu li direito?”). Se houver filme, já sei que provavelmente isso não entra no roteiro.

- Passei boa tarde do dia me perguntando de onde o Dan Brown tira essas tramas que mexem em vespeiro (embora nos agradecimentos ele comente o trabalho de pesquisa para este livro). Novamente retoma o embate religião (em especial o catolicismo) x ciência. Fanatismo dos dois lados. Um trecho com a explicação científica me deixou meio perdida (sou uma garota de humanas, com pouca aptidão para esta área), mas gostei da conclusão do professor Langdon diante de tudo que descobriu na trama. E não sei o que é pior: questionar a origem de tudo (sem estar preparado para as implicações da resposta) ou, diante do que fazem algumas criaturas que se dizem humanas, onde vamos acabar.

- Na minha opinião, meramente por motivos afetivos, não superou Inferno (Florença é minha obsessão particular), mas por dar a sensação de agilidade, sem perder o pique e por permitir que a gente pense em pontos fundamentais da nossa humanidade em meio à sopa que ele criou para esta trama, se tornou meu #2 ao lado de Anjos e Demônios.

Para quem não conhece ou está perdido, esta é a ordem das obras protagonizadas por Robert Langdon (e meus comentários resumidos sobre elas):

1 - Anjos e Demônios - apesar do festival de coisas surreais, é meu #2
2 - Código da Vinci - o best seller do autor é o meu #3
3 - O símbolo perdido - foi o livro de que menos gostei
4 - Inferno - meu favorito por motivos de: Florença
5 - Origem – empatou com Anjos & Demônios no #2


Bacci!!!


Beta

quarta-feira, novembro 15, 2017

Ciao!!!


Sabe como é, não posso ver uma TAG que salvo pra responder na primeira oportunidade! Durante meus passeios pela blogosfera, encontrei esta no Diárias Leituras
E agora finalmente estou respondendo!

1. Quando você lê? Manhã, tarde, noite, o dia inteiro ou quando tem tempo?
Quando tenho chance. Isso inclui estar em casa, na rua, esperando em alguma fila ou consultório, no ponto de ônibus e, às vezes, durante o trajeto (se não tiver curvas). Quando estou em casa, não tenho horários definidos. Leio quando me dá vontade ou o livro me prende de tal forma que não consigo parar até terminar.

2. Você lê apenas um livro de cada vez?
Depende do dia. Brinco que, quando meu ascendente geminiano assume o comando, leio no mínimo dois. Se consigo algum que estou muito curiosa, interrompo o que tiver lendo pra investir nele. Há casos em que leio um de livraria e um de banca ao mesmo tempo, geralmente de estilos diferentes. Geralmente ando com um livro físico na mochila e mais alguns no celular, fora os que ficam na cabeceira da cama, sempre pronta para qualquer tipo de eventualidade.

3. Qual seu lugar favorito para ler?
Sem sombra de dúvidas, a minha cama. Confortável e, no inverno, quentinha. O que pode acontecer é eu relaxar tanto que termino cochilando em cima do livro. O que é para celebrar, já que ando sempre com 300 coisas na cabeça e é bom encontrar algo que acalme mentes turbulentas e aceleradas.

4. Qual formato de livro você prefere? E-book, áudio-livro ou livro físico?
O livro físico é o meu xodó. Tem aquela coisa de pegar, sentir textura de capa, sentir o cheiro de livro novo, a emoção de virar a página para ver logo o que acontece. Agora estou tentando me adaptar ao e-book pela praticidade de poder transportar vários ocupando espaço de um celular. Mas tanto no celular quanto no computador ocorrem uma coisa curiosa: a minha concentração com um e-book é muito menor que com um livro físico, onde disperso menos facilmente. Nunca parei pra pensar o motivo disso. E acreditem se puder, até hoje não experimentei um áudio-livro. É algo a se pensar.

5. Você tem um hábito exclusivo ao ler?
Bem, não gosto de ser interrompida, porque se o livro consegue me capturar, embarco de mala e cuia e isso exige concentração. Em alguns casos, tenho post-its e lápis para anotar alguma coisa ou citação que acho interessante para mim ou para citar no texto para o Literatura de Mulherzinha. E sempre uso marcadores porque abomino dobrar páginas para marcar.

6. As capas de uma série tem que combinar ou não importa?
Nunca tive esta preocupação, mas porque ainda não tinha uma estante para organizá-los como merecia. Como terei em breve, talvez passe a me atentar a isso. Por enquanto, gosto de capas bonitas, que tenham a ver e me inspirem a embarcar naquela história.

Que tal, gostaram? Se ficaram interessados, podem responder à vontade em seus blogs e redes sociais.

Bacci!!!

Beta